Barracão principal da Berneck fica pronto o ano que vem

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As árvores do terreno da Berneck já foram cortadas e as toras estão aguardando transporte.

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Ontem (19) o proprietário da empresa, Gilson Berneck esteve visitando o local.

O planejamento é de em janeiro de 2019 lançar o edital de terraplanagem e no mais tardar em março as máquinas de nivelamento já devem ser vistas em movimento às margens da BR-116, próximo à ponte do rio Caveiras, na divisa entre Lages e Capão Alto.

O barracão principal deve estar pronto até final de 2019, período de chegada dos primeiros exemplares de equipamentos. Aí em diante há o prazo de mais oito meses para montagem. No final de 2020, com quase 100% concluídos, pois a serraria ficará para junho de 2021, o grande negócio estará em operação embora parcialmente.

Gerson disse que ele não dispensou o apoio do MDB

O vereador Gerson dos Santos está bastante decepcionado com as circunstâncias em que ocorreram as eleições da câmara a qual ele aguardava com ansiedade desde o início da legislatura. Suas chances eram claras especialmente porque, garantiu ele, fora os membros de sua bancada – tirando o Jair Júnior com o qual ele já não contava – mas havia prometido de abster de votar, outros dois vereadores prometem seus votos, portanto não tinha porquê dar errado.

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Desde o início da legislatura ele já vinha desenhando sua gestão na presidência do Legislativo que viu adiada por mais de uma vez. Contava com o voto de pelo menos três da bancada de oposição, um dos quais Maurício Batalha, amigo de longa data, que lhe foi fiel. Conta que foi para a sessão em que houve à votação disposto a não registrar a chapa porque sabia que não seria eleito, mas um dos vereadores que já estava na chapa adversário veio a ele dizendo que iria retirar seu nome para apoiá-lo. Não o fez.

Gerson diz que tem uma gravação como prova de que não refutou o apoio do MDB, pois inclusive o partido já estava contemplado em sua chapa. Tem consciência de que a estratégia da oposição é parte da política, mas o que o deixou descontente, foi a enganação, a mentira, a falta de palavra de alguns que a sua frente lhe declarava o voto enquanto articulava sua derrota por traz.

Não sabe dizer ainda se tentará ou não, no ano que vem, concorrer mais uma vez, mas se surgir a oportunidade não a deixará escapar. “Não sou de desistir, se tiver oportunidade estarei brigando por ela”. Lembra que a última eleição não foi fácil, isso pela onda de mudanças que já iniciou ainda lá em 2016 e também pelo fato de ter mudado de partido.

 

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Fazendo um balanço de sua trajetória, Gerson cita que passou muita coisa para chegar onde chegou, por isso não desiste com facilidade. Sabe que na corrida a prefeitura, mesmo dentro do seu partido, são poucas as chances de candidatura, mas com certeza deve ir à reeleição para conseguir um terceiro mandato.

 

Neste caso agora o partido não interferiu? Nem o prefeito? Mas, não houve interferência da eleição da Aidamar Hoffer, no primeiro ano?

– Na verdade, tanto a eleição da Aida como do Marin eu fui o interlocutor da negociação e teve um consenso, portanto não houve a interferência seja do partido quanto do prefeito. Claro que nos reunimos e conversamos, pois temos a maior bancada e é natural que isso aconteça. Obviamente que o prefeito não se envolve. Fica torcendo, mas não interfere, pois é uma situação delicada e ele está ligado em outras coisas. Ele estava muito preocupado com os projetos que nós tínhamos que aprovar e que foram aprovados no pacote de mais de 70 projetos. Só emenda eram 53, então imagina se tivesse de discutir uma por uma, mas consegui o consenso destas 53 emendas. Fico feliz por isso. Como líder de governo, nestes projetos, estou profundamente realizado. 100% dos projetos do executivo, nos dois anos, foram aprovados. Gostando ou não, está é uma situação muito difícil pois apresenta à oposição oportunidade para contestação. A gente tem harmonia entre os vereadores para chegar ao entendimento, embora sempre haja votos contra, mas a maioria a gente conseguiu convencer. Houveram apenas quatro emendas do Jair (Júnior – na verdade foram oito – que ele foi convencido a retirar quatro e, na discussão, conseguimos mostrar que as emendas realmente iriam atrapalhar a execução orçamentária em janeiro. Conseguimos derrubar estas emendas e passou somente uma que provavelmente vai voltar em janeiro ou fevereiro. De outro lado isso que não posso chamar de traição, mas falta de palavra, eu não consigo lidar com isso. O Vone (Scheuermann) venceu por um conjunto de fatores.

Realmente você negou ao MDB a participação na sua chapa, como destacaram os vereadores do partido?

– Eu nunca disse, em hipótese nenhuma que eu não queria o apoio do MDB. Inventaram isso porque é a única forma de esconder a palavra dada, de dar uma justificativa. Não vou te enviar porque é muito confidencial, mas eu tenho a gravação. Quando eles pediram para conversar comigo eu já sabia o que viria. Por isso eu gravei a conversa – única conversa que gravei na minha vida – e por nenhum momento em toda a longa conversa se falou isso. Tanto que na chapa que eu já tinha pronta tinha o espaço do MDB.

Em que momento essa chapa foi alterada?

– Não foi alterada, apenas não foi preenchida com os nomes, pois estávamos esperando que eles nos apontassem. Podia ser de 1º vice presidente, 2º vice, secretário, etc… estávamos com o grupo que a gente conversou que estariam na mesa e ninguém estava disposto a negociar o cargo ou condicionar a participação pois evoluímos muito nesta negociação. De fato, nunca, em momento nenhum refutei apoio. Eu só tive a conversa com o MDB a pedido do Vone – que já tinha se lançado candidato à presidência há tempos atrás -, o Thiago (Oliveira) e o David (Moro) já estavam comigo. O próprio Thiago já me deu a palavra uma vez e não cumpriu

O que você disse a eles?

 

– Na verdade eu expliquei que tínhamos um grupo para formar a mesa e que eles tinham espaço também dentro do processo. Só que a conversa foi muito mais longa. Na verdade os nomes já estavam na mesa e por isso foi aquilo que falei, se faltou com a palavra. No caso de Jair já era esperado que não votaria em mim. Ele mesmo chegou para mim é disse: Gerson, você sabe que eu admiro o teu trabalho mas. não tem como votar em você porque tenho uma pretensão política lá na frente e vão dizer que eu votei com o líder do governo a mando do executivo. Me disse então que iria se abster para não me prejudicar. Não ajuda, mas também não iria atrapalhar. Acabou votando no Vone. Eu nem ia mais concorrer, mas uma das pessoas que estava na chapa da oposição, disse que, como tinha me dado a palavra, iria retirar o nome e se abster, ai então eu tinha a possibilidade de ganhar. Esta pessoa, pela segunda vez me apertou a mão – em frente de outras pessoas – garantiu que iria retirar, mas não o fez. Já tinha me dado a palavra uma vez e não cumpriu, não precisava me dar pela segunda vez e não cumprir.

Câmara de Urupema devolve recursos ao executivo

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 Na manhã desta quinta-feira (20), o Presidente da Câmara de Vereadores de Urupema, Jair da Silva Oliveira, fez a devolução de R$ 168.957,70 para a Prefeitura, a entrega foi feita no gabinete do Prefeito Evandro Frigo Pereira com a presença do secretariado. Este valor vai ser usado na compra do material derivado de pedra, para manutenção das estradas municipais.
“Fiz de tudo para economizar esse dinheiro, cortando gastos desnecessários da câmara para ajudar a nossa comunidade”, relatou Jair da Silva.
 Jair afirma que fez sempre o melhor, “Pude contribuir com minha comunidade, assumi a prefeitura por 10 dias que pra mim foi muito importante e agora estou ajudando mais uma vez” diz o senhor Jair.
Foto: Oneris Lopes

Lages é a quarta cidade que menos compromete sua a arrecadação com a folha de pagamentos

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Dentre as maiores cidades de SC, Lages é a quarta que menos gasta com a folha de pagamentos. A recordista é Criciúma onde a prefeitura compromete apenas  38,24% de sua arrecadação com o pagamento dos servidores. A segunda é Blumenau (42,3%) a terceira e Jaraguá do Sul (45,13%) e, em quatro lugar Lages com 48,28%.

Na realidade, são os municípios menores que estão enfrentando maior problema para equilibrarem as contas dentro dos limites impostos pela constituição. Há casos como de Anita Garibaldi e Ponte Alta que passaram dos 60%.

Liberados os recursos para estudos das cheias em Lages

MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL
 
SECRETARIA EXECUTIVA
 
DEPARTAMENTO DE GESTÃO INTERNA
 
DESPACHO
Processo nº 59502.000401/2017-16
 
Assunto: Liberação de Recursos ao Município de Lages/SC​.
 
De acordo com o Ordenador de Despesa, por meio do Despacho encaminho para análise e transferência de recursos, no valor de R$ 898.000,00 (oitocentos e noventa e oito mil reais), referente à parcela única para atender o município de Lages/SC.
 
Brasília, 19 de dezembro de 2018
 
Os recursos para a elaboração do projeto para acabar com as cheias em Lages já estão a caminho. O ex-coordenador nacional da Defesa Civil, e adjunto da Defesa Civil no estado, Mushue Hampel festeja.
Agora, o que queremos saber é em quantas andam os estudos contratados. Assunto para a assessoria do prefeito Ceron.

Escolhido o homem que vai comandar o Badesc

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"Seguindo nossa proposta de priorizar a nomeação de servidores para cada área, em conjunto com a vice-governadora Daniela Reinehr e a equipe de governo, definimos o nome de Eduardo Alexandre Corrêa de Machado, para comandar o Badesc."

Atualmente, ele é gerente de Auditoria Interna, concursado da pasta há 12 anos como Técnico de Fomento.

O anúncio foi feito esta tarde pelo governador diplomado Comandante Moisés

Vereador equipado para filmar as obras como sendo suas

Tem vereador utilizando drones para filmar obras da prefeitura e depois exibir na Câmara e distribuir pela mídia como sendo obra sua. E depois ficam bravos quando o eleitor fica cobrando obras dos vereadores. Eles mesmos é que criam esta expectativa para o eleitor.

Mas isso é fazer política pequena, a chamada politicagem.

Vereador fala a respeito da protelação da instalação da CPI do LagesPrevi

Ano passado, nesse mesmo período do ano, estava andando a mil a CPI da Infelicidade. Iniciei a coleta de assinaturas e não enfrentamos nenhuma resistência da base governista, afinal, o que se esperava era que buscássemos apenas rolos da gestão passada.

Com o desenrolar da CPI, feita às claras, pela primeira vez em Sucupira da Serra, com transmissões de depoimentos ao vivo pelo Facebook, a comunidade viu que as histórias eram estranhas. Um negócio suspeito em Paulo Frontin-PR, sumiço de muitos materiais, e no final um relatório condizente com os fatos. Ainda assim o governo chiou.

Quando tentamos abrir a CPI do JASC foi diferente. O governo interferiu diretamente: teve até vereador retirando assinatura. Houve medo de tudo ser aberto ao público. É compreensível, pois ia ficar insustentável manter dois secretários que orquestraram um chamamento público duvidoso.

Diferente disso é (ou era) a CPI do LagesPrevi. Afinal, o prefeito municipal foi quem trouxe o assunto à tona. Em várias entrevistas relatou o grave problema e que, segundo ele, daqui a pouco não haverá mais recursos para manter os aposentados. Precisa de uma solução.

Então eu, vereador que fiscalizo para ajudar o prefeito na sua administração, resolvi me reunir com outros colegas e protocolar o pedido de abertura de CPI no LagesPrevi, para averiguarmos a fundo o que realmente ocorre na previdência do município.

Logo, essa CPI não sofreria, por lógica, resistência governista, pois a Administração procura uma solução. Nem mesmo os servidores e os conselheiros do LagesPrevi vão se opor, porque é interesse de todos que se mostrem as contas. Eu, que não penso em destruir uma gestão, mas penso em ajudá-la, imaginei que nesse momento estaríamos falando a mesma língua.

Mas em Sucupira da Serra as coisas não são simples assim. A CPI, após protocolada, vai ao plenário da Câmara de Vereadores para os partidos indicarem seus membros. Maior bancada da Casa, o meu partido, PSD, indica um representante, através do seu líder, o vereador Jean Pierre.

Na hora de indicar, teve vereadora que subiu nas tamancas e exigiu que não fosse o vereador Jair Junior o indicado. Então o vereador Jean Pierre pediu prazo para decidir, gastou o prazo e enrolou até o recesso, para não indicar. Isso mesmo.

Mas vejamos: não era o governo quem queria uma solução para o LagesPrevi? Por que então os vereadores, em especial alguns, resolveram tentar boicotar a CPI que buscaria essa solução? É medo de abrir a caixa preta?

O governo conseguiu enrolar e agora a CPI só iniciará seu trabalho em fevereiro. Até lá, muita choradeira de dinheiro indo para o ralo e muita incoerência entre o discurso e a ação. Só sei que com tudo isso descobrimos que lá também pode ter chucho. 

Vereador Jair Júnior

Acesse:

http://onnews.com.br/Institucionals/ColunistaNoticia/19/cpi-do-lagesprevi

Bom Jardim, Otacílio Costa e Rio Rufino ainda não conseguiram substituir os médicos cubanos

Correio Lageano fez o levantamento de como está sendo resolvido o problema do atendimento à população com o fim do programa Mais Médicos. pelos municípios da Serra. Em Lages não havia nenhum médico contratado pelo programa.

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Levantamento feito pela repórter Camila Paes

Em Correia Pinto foram contratados dois médicos brasileiros.

Em Palmeira a médica contratada começa a trabalhar no dia 7 de janeiro.

Em Campo Belo foram contratados um médico boliviano e um brasileiro.

Em Urubici foi contratado um médico e foram abertas mais duas vagas que devem ser preenchidas nas próximas semanas.