Deputada acrescentou emenda ao programa Médicos pelo Brasil

Com emenda de autoria da deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC) O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite de terça-feira (26) a Medida Provisória (MP 890) que cria o Programa Médicos pelo Brasil.

A emenda da parlamentar permite a reincorporação ao programa dos médicos cubanos por mais dois anos. Poderão aderir aqueles que estavam em atuação no Brasil até o dia 13 de novembro de 2018 e tenham permanecido no país após o rompimento do acordo entre Cuba e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Esses médicos terão quer submetidos ao exame Revalida.

No encaminhamento da votação, Carmen Zanotto fez um apelo para que os partidos votassem a proposta. A medida corria risco de caducar na próxima quinta-feira (28).

“O País precisa que este programa seja aprovado com urgência. Esta Casa não pode deixar a população desassistida. Precisamos avançar na atenção básica de saúde”, alertou.

Usina Garibaldi doa terreno do mirante ao município de Abdon Batista

A prefeitura de Abdon Batista recebeu da CTG Brasil, concessionária da UHE Garibaldi, a doação de um terreno de 14,96 hectares, do Mirante Santo Antônio, um dos principais atrativos turísticos de Abdon Batista. A escritura foi entregue ontem (27).

Além dessa doação, será feito também o pagamento do terreno de 2,54 hectares que foi alagado pela formação do reservatório da UHE Garibaldi. Com isso, a Prefeitura passa a ser titular de um total de 17,5 hectares em áreas localizadas nas proximidades do lago da usina, onde estão ocorrendo ações para revitalização do Mirante Santo Antonio visando o desenvolvimento do turismo local e regional.

A área passa agora a ser incorporada ao Patrimônio Imobiliário de Abdon Batista. “Estamos edificando parcerias e oportunidades para o desenvolvimento do nosso município e da região”, ressaltou o prefeito, Lucimar Salmória.

“Nosso compromisso é de longo prazo com o Brasil e por isso procuramos manter relacionamentos duradouros com as comunidades no entorno de nossas usinas. A assinatura das escrituras representa mais um passo nessa direção”, destacou o Gerente de Patrimônio da CTG Brasil, Ivan Toyama.

Decisão de Carmen vir para a disputa municipal muda o quadro eleitoral

Fontes ligadas à deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania) confirmam que ela já decidiu. Virá mesmo concorrer na disputa à sucessão de Antônio Ceron.

Se valer a declaração do vereador Lucas Neves (PP e com um pé no PSL) de que só seria vice de Carmen, já está formada a chapa. Só não se sabe se lucas concorrer pelo PP ou pelo PSL. Temos de lembrar que o PSL está determinado a ter candidato nas 30 principais cidades de SC.  Ai ele teria de fazer uma escolha. 

Mas… como parece que já há outro candidato na mira do PSL local….

Na realidade, esta decisão de Carmen muda toda a perspectiva eleitoral em Lages.

Batalha diz que não sabe de onde veio o boato de que estaria deixando o Cidadania

Maurício Batalha (Cidadania) admite que há comentário de que ele estaria deixando o partido. “A princípio nada concreto, apenas boatos que não sei quem criou”, disse ele.

Mas lembrou que na janela partidária, em abril, “será preciso analisar as questões de coeficiente eleitoral. Partidos que não tenham chapas com possibilidades de eleição, com certeza poderão sofrer mudanças. Mas, ainda e cedo para esta análise,” informou.

Vice-governadora diz que relação com Moisés não muda

“De minha parte não muda absolutamente nada”, garantiu a vice-governadora Daniela Reinehr a ser indagada – na segunda-feira quando aqui esteve – a respeito de sua decisão de deixar o PSL de Carlos Moisés para aderir ao novo partido que o presidente Bolsonaro está criando (Aliança pelo Brasil). Lembrou que é um dos poucos estados em que governador e vice são do mesmo partido. Portanto não é fato inusitado que sejam de partidos diferentes.

“A prioridade é trabalhar pelo estado de SC e sempre me coloquei à disposição para ajudar no que for preciso. Tenho visitado o estado inteiro e levado as demandas ao governador. SC está acima de qualquer coisa”, garantiu.

Em Lages, o PSL estará com qual candidato?

O diretório estadual do PSL já considera possíveis coligações com partidos apoiadores do governo na Alesc, que apresentam perfil semelhante ao seu.  Pelo menos nas 30 maiores cidades catarinenses, as candidaturas e coligações serão conduzidas pelo próprio governador Carlos Moisés, com o respaldo do presidente estadual do partido, Fábio Schiochet, e o apoio do secretário da Casa Civil, Douglas Borba, além dos coordenadores regionais.

Em Lages, não sabemos ainda se fica valendo o acordo do governador Moisés com o vereador Lucas Neves ou a posição do novo comando do partido que indica Juliano Chiodelli como candidato a prefeito.

Vone ainda não entendeu o que é a “nova política”

“Fala-se muito na nova e na velha política, mas se não existisse a velha política esta praça não existiria”,

disse o presidente da Câmara, Vone Schueuermann durante a inauguração da revitalização do calçadão. O vereador emedebista ainda não entendeu o significado na Nova Política, pois acha que é apenas uma questão cronológica.

Qualquer projeto para o centro inclui a redução de espaços para estacionamento

Na tarde de segunda-feira (25), o prefeito de Lages, Antonio Ceron, o secretário de Planejamento e Obras, João Alberto Duarte, e representantes da Terra Engenharia reuniram-se para decidir o que será feito com relação a praça João Ribeiro, que será agora revitalizada.

Ficou definido que o projeto inicial será mantido, e contará com a substituição das calçadas e de todo o piso por pedra basalto, a mesma da Praça João Costa. A Iluminação será em led e as árvores serão mantidas.

O estacionamento em frente à Secretaria de Assistência Social será retirado para dar mais espaço aos pedestres. Com relação ao monumento do Getúlio Vargas, o prefeito vai se reunir com o arquiteto idealizador do projeto, João Preto Argon de Oliveira, para discutir a medida correta a ser tomada.

Já temos pouquíssimos espaços para estacionamento no centro e agora mais um deles será eliminado. Lamentável!

IAB comenta as recentes intervenções no espaço urbano na cidade

O Instituto dos Arquitetos do Brasil Núcleo Lages vem manifestar suas considerações a respeito da forma como têm sido tratados o Patrimônio Cultural paisagístico, arquitetônico e urbanístico em Lages.

As possibilidades de alteração na configuração espacial de uma cidade com marcos arquitetônicos e espaços públicos centenários como Lages sempre vão gerar (ou deveriam) inquietações nas pessoas que utilizam desses espaços diariamente. Por parte dos profissionais arquitetos, devido à sua visão técnica e, principalmente, humanista das coisas, a sensibilidade em relação a essas questões é ainda maior.

Cabe ao Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), enquanto entidade profissional, cultural e independente, contribuir efetivamente com a preservação do patrimônio cultural, bem como do meio ambiente, propondo medidas de proteção e revitalização adequadas. Em determinados momentos, como o atual, cabe a nós, arquitetos-urbanistas, lançarmos luz às peculiaridades contidas no cotidiano de nossas cidades, pois falar sobre Patrimônio Cultural requer uma compreensão que está além do senso comum

Podemos utilizar como exemplo uma escultura, uma praça, uma edificação ou uma festa religiosa. Todas são expressões de uma cultura. Porém, o que faz alguma dessas se tornarem patrimônio cultural são os significados que têm para as pessoas de uma forma coletiva. Ou seja, serão patrimônio cultural se tiverem significado para um coletivo de pessoas. As edificações e espaços públicos, especificamente, podem ter significado pelo seu uso, pelo método construtivo, por fazerem parte de um conjunto ou pela excepcionalidade de suas formas.

Diante disso, o que se deve considerar a respeito do Patrimônio Cultural lageano, de modo geral, é que a ausência de participação da comunidade (população, acadêmicos e profissionais) na tomada de decisões sobre esse assunto gera, na maioria das ocasiões – e, isso historicamente se comprova – narrativas de apenas um ponto de vista e, por consequência, perdas irreparáveis ao patrimônio. Edificações em bom estado de conservação já foram demolidas sob justificativas baseadas em suposições ou apenas vontades políticas e interesses econômicos de pequenos grupos com o poder de decisão. Mas não cabe a nós apontarmos culpados ou retomarmos situações que, hoje, infelizmente não podemos reparar.

Cabe, no entanto, sim, refletir. Tomando como exemplo recente, o colégio Aristiliano Ramos. Anos postergando a decisão pela demolição, o poder público e nós, sociedade – um pela força de decisão, outro pela passividade – contribuíram para que se colocasse a baixo uma escola. Uma escola. Espaço tão necessário e tão importante para a sociedade e, se não fosse apenas isso, um lugar que representou o início da educação superior na região e posteriormente formou tantos jovens. Na sociedade das aparências não é de se espantar que a ausência de ornamentações, ou inadequação ao termo clichê “estilo antiguinho”, tenham sido justificativas para derrubar uma escola. Isso não é o que queremos daqui para frente.

 Devemos refletir a respeito, porque vive-se um novo tempo. Vivemos o tempo do pensamento criativo, da pluralidade e da força, como bem propõe o projeto Criaticidade para o propósito de Lages. Isso significa mudança. Construir esse futuro é entender que preservar a história não significa negar o desenvolvimento, nem as possibilidades que o mundo contemporâneo pode oferecer. Pelo contrário, saber sobre nossas raízes e conhecermo-nos é fundamental para traçarmos objetivos enquanto cidade, enquanto sociedade.

Em 2019, é irresponsável que ainda existam planos/projetos para as cidades e seus espaços baseados na ideia de que há apenas caminhos extremos (novo x velho, sustentabilidade x desenvolvimento, tradição x inovação) e sem uma visão multidisciplinar do assunto. Não se constrói nada sozinho. Vivemos a realidade de um mundo globalizado em constante mudança que desafia todos os dias os modelos e paradigmas de nossa sociedade. As cidades, por sua vez, entendidas como materialização complexa da arquitetura e do urbanismo, refletem as mudanças de nossa época e, por isso, jamais podemos nos afastar da visão de constante aprendizado e zelo para que seja possível conciliar os desafios relacionados aos fatores e agentes que modificam o espaço. Em outras palavras, significa compreender que existem profissionais preparados para contribuir com as especificidades de cada situação, cada um na sua área de atuação, mas que, quando somadas, vão gerar intervenções com impactos positivos na comunidade. Isso, claro, se inicialmente a comunidade for ouvida e suas demandas consideradas na execução dos projetos.

Neste ponto da conversa chegamos a outra questão à qual devemos nos atentar nessa construção de futuro: o projeto. Projetar, basicamente, significa fazer a projeção de como irá se concretizar alguma coisa. Tarefa essa que não é nada simples e exige compromisso com a realidade, pois fora do gabinete de uma secretaria ou de um escritório, o que existe é um ambiente complexo e imperfeito.

 Fazer intervenções espaciais exige, mais do que a preocupação econômica, conciliar outros fatores. Buscar o equilíbrio para a solução dos diversos conflitos entre estes. Orientação solar, ventilação e iluminação naturais, acessibilidade, legislação urbanística, orçamento disponível, necessidades dos usuários, paisagem que fica ao redor do local onde se está projetando…para citar apenas alguns fatores importantes para qualquer projeto. Projetar é essencialmente parte do trabalho de arquitetos-urbanistas e uma oportunidade. Salientar isso não significa excluir o trabalho de outros profissionais técnicos ligados ao urbanismo, arquitetura e construção civil. Significa coordenar diferentes visões para que se complementem e possam potencializar os resultados desejados. É um caminho para mudarmos o contexto atual em que: sobressaem-se interesses de mercado, interesses políticos e particulares em detrimento das necessidades coletivas; há crescimento e surgimento de cidades sem planejamento, desigualdades sociais agravadas, demandas esquecidas, patrimônio cultural que se perde, necessidades urgentes e, junto, poucos recursos disponíveis. Sim, projetar significa aproveitar da melhor forma os recursos disponíveis e isso impacta diretamente no nosso bolso, pois quem paga a conta da execução de um projeto público de qualidade são os mesmos contribuintes que pagam a conta para espaços públicos sem acessibilidade, praças sem vegetação ou o pior: obras sem prazo que consomem milhões dos recursos públicos e são alvo fácil para a corrupção.

Por fim, o IAB Núcleo Lages defende que as mudanças em nossa cidade possam ser capazes de envolver a comunidade no processo, sendo preciso para isso: ouvir, primeiramente; pensar as questões com uma visão multidisciplinar; desenvolver soluções técnicas que possam atender àquilo que se demanda em concordância com a realidade de seu contexto; por fim, respeitar os projetos propostos a partir desse processo participativo. Assim, através de uma postura ética, honesta, consciente e com engajamento podemos contribuir para uma cidade viva, que cria seu futuro, sabendo carregar consigo suas raízes.

Rafael Marcos Zatta Krahl

Vice-presidente do IAB Núcleo Lages

Chagas diz que não vai à reeleição e admite que tem cargos na prefeitura

Trecho da entrevista concedida pelo vereador João Maria Chagas (PSC) a jornalista Suzane Faita, do Correio Lageano:

Correio Lageano: O senhor é Vereador há dois mandatos. Vai buscar a reeleição em 2020?

João Maria Chagas: Não! Não vou me preocupar mais com eleição, porque a política para a ‘pessoa certa’, não compensa. Fui presidente da associação de moradores por 30 anos, 15 eleições, e trabalhei de uma maneira que ajudei a comunidade. Como vereador, não estou conseguindo ajudar.

O senhor comentou que fará uma nova cirurgia, vai se afastar da Câmara. Terá de deixar o pastor Marcelo Soares, o seu suplente, assumir ou ou não vai ser preciso?

Eu não sei o que o médico vai fazer, mas é uma cirurgia para eu não falar muito, tem que cicatrizar bem para melhorar. Fiz duas cirurgias, em uma foram retirados pedaços pelo pescoço, mas necrosou, uma cirurgia de 6h30, passei mal no hospital, em Florianópolis. O médico teve de fazer mais uma cirurgia de oito horas e pouco para tirar uns pedaços, de cima até embaixo, e fechar novamente, mas graças a Deus a segunda cirurgia deu certo. Digo que as pessoas verifiquem se tem alguma coisa no seu corpo, algo diferente, que faça rápido o exame, porque o câncer mata sem a pessoa sentir.

A questão dos gastos públicos é sempre motivo de reclamação da população. O senhor esteve envolvido em uma polêmica, pois está entre os vereadores que mais gastam com verbas de gabinete, como se explica isso?

Vou explicar, hoje nós temos 10 meses de Câmara, em 2019, se dividir em 10 meses, gastei em torno de R$ 700. Fiz cinco cursos com meu dinheiro particular e três pela Câmara. Eu e meus assistentes, secretários, gastamos seis mil em cinco meses, dá mais ou menos R$ 700 por mês. Gastamos com papel, xerox, telefone, o gabinete está sempre aberto para todas as pessoas, é feito currículo e documentação no gabinete. Algumas pessoas chegam lá para fazer rifa e a gente cede as folhas, imprimimos. Agora, com o jovem vereador, ele gastou duas mil folhas. Tem um negócio muito importante que está na coluna da Olivete Salmória, sobre a merenda escolar. Ele fez uma pesquisa com cerca de 30 perguntas para alunos do 5º ao 8º ano. O que o colégio tinha de errado e o que podia ser melhorado, sabe qual a principal reclamação? Merenda escolar, aqueles jovens de 13 a 16 anos dizem que a merenda que o colégio faz não é suficiente para eles, tem dia que é uma bolachinha. Olha a matéria, que espetacular. Um jovem vereador que foi em busca e tudo sai do meu gabinete, a minha secretária foi junto, gastamos gasolina. Quando fui a Brasília, fui com meu dinheiro, fiz cursos com meu dinheiro, duas a três vezes com dinheiro da Câmara.

 

O senhor falou das candidaturas de mulheres. Hoje, quem é a principal liderança feminina do seu partido e que provavelmente será candidata? 

Hoje temos seis mulheres no partido, quatro devem ser candidatas.

Com chances de se eleger?

Não digo chances, mas elas são mulheres que participam de associações de moradores, de ONGs, da igreja. Nosso partido PSC e a maioria é evangélica.

O senhor também é evangélico?

Não, eu sou meio ateu, não sou de religião nenhuma.

Está em um partido que engloba muitas pessoas religiosas.

Sim, justo.

 

Atualmente, o senhor tem vários cargos na prefeitura, incluindo seus filhos, são dois, tem uma neta sua também, todos comissionados.

Não, uma não é comissionada. São dois comissionados, a Ana e o João. São 15 anos na prefeitura, não é desta administração, quero deixar bem claro. É muito tempo trabalhando na prefeitura, o João tem 12 anos e a Ana tem 14 anos.

Então não tem a ver com o senhor ser o vereador aliado do Executivo…

Eu não me importo muito, sabe. Eu tenho três parentes lá dentro que fizeram concurso. A Ana e o João fizeram processo seletivo. O João, provavelmente, não quer mais, porque tem uma firma. Eu tenho uma coisa a dizer, e quero deixar bem claro, nunca faltaram um dia ao trabalho, nunca foram punidos por nada, sempre com responsabilidade. Tem muitos políticos que usam o cargo e não trabalham e esses meus filhos, já falei para o chefe deles, se fizerem alguma sujeira, alguma coisa que não presta, ‘taca’ para rua, se não trabalha, não tem direito de receber.

Qual secretaria que eles estão?

Secretaria de Agricultura que é responsável pelas 40 e poucas hortas e outra é na Diretran.

E a neta?

Está no lixo, aqui na Semasa, não sei bem, porque eu não participo disso aí.

Então isso não tem a ver com acerto do senhor com o Executivo?

O único acerto que eu tenho com o Executivo é o seguinte: são os meus colaboradores que foram candidatos a vereador e estão dentro da prefeitura, todos eles, mas deixo bem claro, todos têm cargos pequenos, cargos de R$ 1.600 cada um.

O senhor não é o único, ou os outros vereadores também fazem isso, também tem cargos?

Eu acho que todos os vereadores.

Mesmo aqueles que criticam?

Mesmo aqueles que criticam. O Ceron não se preocupa com essas coisas, não é vingativo, é uma pessoa muito humana, tem gente que não conhece. Gosto muito dele.

O seu partido é pequeno…

Temos 180 filiados.

 

 

A ideia era que vocês migrassem para o PSL ou que apoiassem o PSL nas eleições municipais?

O governador Carlos Moisés (PSL) está se juntando com PSC em Santa Catarina, toda a região onde sai o candidato a prefeito do PSL, sai um vice do PSC.

Aqui em Lages pediram para ficar livres para fazer como acharem melhor?

Isso. E conseguimos. Agora vai ter pressão, não tenha dúvidas. No início deixam os caras na moleza e depois endurecem.