Observatório Social e o CAV estão analisando a carne servida na merenda

  Na última semana com a autorização da prefeitura voluntários do Observatório Social iniciaram as coletas de carnes entregues para a merenda escolar das escolas municipais para análise de sua composição.

 

Na documentação de compra deste insumo a especificação é de carne moída de patinho mas na observação visual sua aparência  e textura denotam a mistura de outros tipos de carne, o que interfere diretamente na qualidade do material fornecido e, como resultado, no ônus financeiro à prefeitura e, por fim à alimentação dos estudantes das escolas”, afirma Sergio João Dalagnol, professor do CAV, aposentado , voluntário responsável pelo acompanhamento de entregas no OSL.

Sergio completa  “nosso objetivo é fazer com que os fornecedores garantir de forma pontual a equidade do produto entregue com o que foi ofertado em edital”.

O processo acontece sem custos. O material está sendo coletado com o acompanhamento da Prefeitura de Lages, através a secretaria de Educação e da engenheira responsável pela vigilância sanitária do município e encaminhado ao laboratório de patologia animal do CAV que em breve disponibilizará os resultados das análises.

Moradores de rua invadiram a Praça Joca Neves

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Foi levado ao prefeito Ceron a preocupação com a ocupação da Praça Joca Neves pelos moradores de rua e o consumo de droga no local.  

Segundo o secretário de Assistência Social, Samuel Ramos, é disponibilizado alojamentos para estes moradores de rua mas não podem forçá-los a nada.

Observa que parte destas pessoas estava antes no Mercado Público que, agora em obras, acabou forçando a saída. Ele disse que nos alojamentos da prefeitura há lugar para abrigar até 50 pessoas, mas nunca teve mais do que 20.

Disputa interna pela vaga de candidato a deputado

O assunto do final de semana na área política foi a repercussão da indicação do nome de Luís Ademar Paes para substituir o secretário regional, João Alberto Duarte que está deixando o cargo. Parecia até que não havia muito interesse pelo cargo, mas ao contrário, hoje vemos que não. Tanto que ainda na sexta-feira o 2º vice-presidente do MDB local, o ex-vereador Pedro Freitas expediu nota de apoio à indicação do presidente Luiz Ademar Paes:

"A executiva homologou o nome do presidente do partido, Luis Ademar Paes, para assumir a ADR. Muito embora sabendo que a decisão é do nosso governador, a executiva de Lages entende que deve ser prestigiado o presidente do MDB". A grande verdade é que não se sabe quantos e quais membros da executiva corroboram esta decisão. Mas a nota só surgiu depois que o coordenador Nacional da Defesa Civil, ex-vereador Mushue Hampel também se colocou na disputa pelo cargo.

Segundo a nota de Pedro Freitas, a executiva ficou surpresa com a manifestação do desejo de Hampel uma vez que  "em reunião da mesma executiva foi homologado de forma unânime seu nome como pré-candidato a deputado estadual", diz Pedro.

Observou que "seu trabalho como secretário municipal, vereador, líder do governo, e, ocupando hoje um cargo de prestígio nacional, conseguindo articular politicamente com inúmeros prefeitos de Santa Cantarina, após a eleição de vice-prefeito, fortaleceu seu nome". Nos bastidores corre a informação de que Hampel abriu mão da candidatura a deputado porque a sigla estava trabalhando o nome dos outros dois.

Houve uma reunião com os três – Thiago Oliveira, Mushue Hampel e Juarez Mattos – e o presidente da sigla, Luís Ademar Paes disse que estava postulando o cargo de secretário Regional, mas se um deles quisesse, para acertar as candidaturas, ele abriria mão. Só que agora se arrependeu "e deu para trás". O próprio Thiago foi consultado se desejava a secretaria e nem esperaram a sua resposta. Lembro também que há pouco mais de uma semana, fotos e informações da executiva davam conta de que o MDB ainda não havia decidido entre dois candidatos: Juarez Mattos e Thiago Oliveira.

 O candidato do partido terá antes de enfrentar uma disputa interna para conseguir o espaço e agora não há nem mais o cargo de secretário regional para negociar.

Mais uma promessa de vinda de grande empresa

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Uma grande empresa nacional “já está com o pé dentro de Lages, mas não vamos anunciar enquanto não estiver 100% concluída a negociação e definida a instalação”, disse ontem o secretário do Desenvolvimento Econômico, Mário Hoeller de Souza.

E, ele não esta falando na Berneck, seria outra empresa e pelo visto, maior que essa. Há anos ouvimos isso e até agora nenhuma destas previsões se confirmaram. Mas, nunca perdemos a esperança.

Gabriel quer isentar o vinho catarinense da taxa de rolha

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Projeto do deputado Gabriel Ribeiro (PSD) propoe que seja proibida a cobrança da chamada taxa de rolha para o consumo de vinhos e espumantes produzidos em SC.

O projeto de lei ressalva que a futura lei se aplica aos estabelecimentos que não dispõem ao cliente o vinho que ele pretende consumir durante a refeição. A proposta abrange restaurantes, bares, associações, agremiações e clubes.

Gabriel Ribeiro pretende fomentar o consumo de vinhos catarinenses. Sua proposta está ancorada num movimento internacional, especialmente nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Austrália, onde há uma atuação forte do grupo “Leve sua própria garrafa”, que prega a liberdade do cliente para levar o seu vinho predileto para degustar as iguarias do local sem estar sujeito à cobrança da taxa.

Com o projeto de lei, o deputado Gabriel Ribeiro pretende ampliar o espaço dos vinhos catarinenses nos estabelecimentos comerciais por meio da isenção da taxa de rolha que os clientes precisam pagar para degustar a sua bebida favorita.

Foto: Tarcísio Poglio

Policial que aparece em vídeo de assédio na Rússia passará por processo administrativo

 
Repórter Sérgio Guimarães
Há 13 horas

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#EXCLUSIVO

POLICIAL MILITAR CATARINENSE É UM DOS HOMENS QUE APARECE NO VÍDEO DE ASSÉDIO A UMA MULHER NA RÚSSIA. 

O grupo canta músicas em alusão à cor do órgão sexual de uma mulher na Rússia, sem entender ela repete as músicas. 
O homem de branco, com a camisa da adidas atrás da mulher, é o tenente Eduardo Nunes, que trabalha na cidade de Lages, informação confirmada a página pelo Coronel Alessandro Marques da comunicam da PM, apesar de estar de férias a Polícia Militar vai abrir um procedimento administrativo disciplinar para apurar a conduta, uma vez que a compostura em público, em serviço ou não, deve ser compatível com a profissão de policial militar, afirma o Coronel.

 
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Trata-se do rapaz de camiseta branca

 

Este vídeo viralizou nas redes sociais. Eu, como mulher, me sinto ofendida com este tipo de comportamento e com vergonha que tenha partido de alguém que convive com nossa comunidade.

Conportamento foi vergonhoso, tanto que a corporação expediu nota a respeito.

 

Nota à Imprensa

 

Sobre um vídeo gravado na Rússia, em que um grupo de homens brasileiros desrespeita uma cidadã estrangeira, a Polícia Militar de Santa Catarina esclarece que:

1. Um policial militar foi identificado como um dos integrantes que aparecem no vídeo;

2. A corporação não corrobora com este tipo de atitude que é incompatível com a profissão e o decoro da classe, previsto no regulamento disciplinar e no Estatuto da PMSC,  independentemente de estar em período de férias, folga de serviço ou qualquer outra situação  de afastamento, devendo portanto, responder  por suas atitudes. 

3. Assim que se der seu retorno, a corporação abrirá um processo administrativo disciplinar para apurar a conduta irregular do militar.  

Quartel do Comando-Geral, 19 de junho de 2018.

 

JOÃO BATISTA RÉUS

Tenente-coronel PM Chefe

Centro de Comunicação Social

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Tenente Eduardo Nunes não é lageano, mas atua na PM de Lages.

 

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Odila diz que Lages era uma das poucas cidades a não atender normas do SUS

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A Secretária de Saúde, Odila Waldrick, informou nesta segunda-feira que a determinação de que para ter acesso ao SUS precisa passar pela sua porta de entrada que são as unidades de saúde, partiu do Ministério Público Federal e Denasus, para atender a lei Nº 8080, de 1990, que regulamenta o sistema.

Observou ela que em uma reunião em Florianópolis onde estavam presentes representantes de outros 52 municípios, apenas Lages ainda não estava atendendo tais normas. Não há o que discutir a respeito, disse ela.

O prefeito Ceron reconhece que só irá aumentar a demanda na saúde e até dificultar o atendimento, mas não há como ser diferente.

Deputados também estão discutindo a questão do acesso aos SUS

Por iniciativa de deputados estaduais e do governo, já está marcada uma audiência pública na Assembleia Legislativa para discutir a respeito das filas do SUS, que segundo o deputado Fernando Coruja (Podemos) as pessoas reclamam que aumentou muito e ninguém está sendo atendido em nada. Tanto que há uma lei tramitando na Assembleia limitando em 120 dias o prazo máximo de espera para a realização de exames.

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“Você não precisa ir ao posto de saúde para ser atendido na realização de um exame pelo SUS. Se você chegar com uma autorização o SUS tem de autoriza-la. O SUS não quer saber se foi atendido por um médico particular ou não”, diz o deputado Fernando Coruja (Podemos). Explica que o único motivo que faz as prefeituras municipais restringir os exames é para não gastar.

Reconhece porém que é preciso estabelecer algumas regras. Lembra que ao dar uma palestra aos residentes de um hospital público, disse que “um médico recém formado com um bloco de receitas na mão é um perigo para a sociedade. Porque pede 500 exames e ao invés de resolver o problema, cria um problema”.

Entende que a questão da porta de entrada do SUS precisa ser discutida. Lembra que, como médico, trabalha muito no final de semana e agora não poderá mais atender porque não pode pedir sequer um exame. Isso que ele é médico do Ministério da Saúde, mas está licenciado. “Imagina se a prefeitura tiver de contratar todos os médicos que um sindicato disponibiliza hoje. Certamente não iria dar conta”, explicou ele.

O próprio secretário estadual de Saúde, Acélio Casagrande observa que não se está satisfeito com o Sisreg, que regula as internações hospitalares, por exemplo, tanto que está até tratando da substituição do programa, porque ele trava muito o processo. Concorda com Coruja de que todo este assunto precisa ser melhor discutido.

Deputados também estão discutindo a questão do acesso aos SUS

Por iniciativa de deputados estaduais e do governo, já está marcada uma audiência pública na Assembleia Legislativa para discutir a respeito das filas do SUS, que segundo o deputado Fernando Coruja (Podemos) as pessoas reclamam que aumentou muito e ninguém está sendo atendido em nada. Tanto que há uma lei tramitando na Assembleia limitando em 120 dias o prazo máximo de espera para a realização de exames.

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“Você não precisa ir ao posto de saúde para ser atendido na realização de um exame pelo SUS. Se você chegar com uma autorização o SUS tem de autoriza-la. O SUS não quer saber se foi atendido por um médico particular ou não”, diz o deputado Fernando Coruja (Podemos). Explica que o único motivo que faz as prefeituras municipais restringir os exames é para não gastar.

Reconhece porém que é preciso estabelecer algumas regras. Lembra que ao dar uma palestra aos residentes de um hospital público, disse que “um médico recém formado com um bloco de receitas na mão é um perigo para a sociedade. Porque pede 500 exames e ao invés de resolver o problema, cria um problema”.

Entende que a questão da porta de entrada do SUS precisa ser discutida. Lembra que, como médico, trabalha muito no final de semana e agora não poderá mais atender porque não pode pedir sequer um exame. Isso que ele é médico do Ministério da Saúde, mas está licenciado. “Imagina se a prefeitura tiver de contratar todos os médicos que um sindicato disponibiliza hoje. Certamente não iria dar conta”, explicou ele.

O próprio secretário estadual de Saúde, Acélio Casagrande observa que não se está satisfeito com o Sisreg, que regula as internações hospitalares, por exemplo, tanto que está até tratando da substituição do programa, porque ele trava muito o processo. Concorda com Coruja de que todo este assunto precisa ser melhor discutido.

Secretaria instala abrigo para moradores de rua durante o inverno

 

Secretário Samuel Ramos informava ontem que somente agora conseguiram um local para abrigar os moradores de rua durante o inverno.

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 "Temos hoje de 50 a 60 moradores de rua daqui, mas a secretaria atende uma média de 120 pessoas nestas condições por mês”, diz ele.

Depois de quase fecharem o aluguel de vários imóveis (quando descobriam a finalidade acabavam cancelando a negociação), a prefeitura acabou conseguindo alugar o espaço da Cáritas, junto antigo seminário que permitirá abrigar de 40 a 50 pessoas por noite.