Lages conta com duas unidades, conhecidos como abrigos municipais e que contam atualmente com 24 acolhidos, embora tenham capacidade para receber até 50 crianças e adolescentes, com objetivo de acolher crianças e adolescentes que por medida de proteção se encontram temporariamente afastados do convívio familiar e/ou com destituição do poder familiar. Para dar um tratamento mais humanizado a esses acolhidos, a prefeitura está lançando agora o projeto Novo Acalento visando propiciar que cada um deles tenha seu padrinho ou madrinha para uma convivência saudável e prazeirosa.
Os padrinhos/madrinhas poderão levá-los para passear, passar os finais de semana em sua residência ou até mesmo viajar com eles, mediante um cadastro e documentação devida.
Na verdade esse projeto está sendo retomado, pois nasceu em 2017, mas devido às complicações da pandemia aconteceram impedimentos para que este vínculo afetivo fosse levado à frente.

O secretario, é uma piada. Usar a palavra “novo” acalento.. Novo, não tem nada. Não foi ideia dele, sim de técnicos, que tem visão, que ele, não tem. Apenas quer usurpar, o que foi criado…
Ser padrinho ou não, não acrescenta em nada para estas crianças, elas precisam de um lar, amor, uma família, não servindo de decoração para adultos abobalhados e depois descartadas.
Hoje o dito homem moderno de classe média não dá bola e nem educação para os seus próprios filhos, quanto mais para crianças que foram abandonadas.