Achei interessante esta explicação do geógrafo Werneck para justificar os número do IBGE relativos à população de Lages e a estagnação populacional. Mas confesso que não entendi nada!
6 comentários em “A explicação para que Lages tenha a população que tem!”
É simples: Lages é uma cidade polo onde tem uma ampla rede de serviços médicos,
serviços educacionais, serviços públicos e comércio em geral.
Lages atende a demanda mais de 150 municípios em um raio de 100 quilômetros.
Com isso, existe uma “população flutuante que mora em 2 municípios simultaneamente” , por exemplo, Lages/Capão Alto, Lages/Vacaria. Essas pessoas quem algum vínculo com a cidade, isto é, um carro emplacado, um imóvel, um pai, uma mãe, um tio que mora aqui.
Essa população flutuante dá a sensação que Lages tem 200 mil habitantes.
No entanto, 50 mil habitantes são transitórios no ponto de vista do IBGE que não entram na contabilidade.
Empregos de baixa qualidade, ensino público ente os piores do Sul do Brasil, baixa expectativa de melhora para um futuro próximo fazem com quem nasça aqui vá procurar melhores condições em outras cidades. Ai a população tende a diminuir. Simples.
IBGE não faz censo desde 2010, qdo Lages teve decréscimo. Então, desde essa data o IBGE anualmente utiliza os dados negativos de 2010 e sempre ESTIMA queda da população. E vai ser assim até que seja feito censo real um dia. Pelo número de eleitores, carros emplacados e até vacinação, evidentemente que Lages hoje possui mais do que 157.000 habitantes. Devemos estar na casa de 170.000 aproximadamente. Fora isso, é muita bobagem escrita e dita.
Para entender, primeiro deve-se esclarecer o que se entende por “queda dinâmica populacional” e “urbanização” aos olhos do autor (geógrafo).
Na dinâmica populacional podem estar considerados fatores como natalidade, mortalidade, matrimônios (fecundos ou não), escolaridade, empregabilidade, etc. Já na urbanização estão contidos os fatores que contribuem para o movimento da população de áreas rurais para centros urbanos. Coincidentemente ou não os fatores podem ser os mesmos citados. O indivíduo que opta por melhores condições de vida, seja ele de origem rural ou urbana, só irá fazer porto onde as suas aspirações forem atendidas; então, podemos dizer que a cidade está afastando mais pessoas do que atraindo-as.
Urbanização mal feita está intimamente ligada à corrupção, além da pouca cultura e da falta de bom gosto de um povo que não respeita os antepassados e seu legado Histórico.
Muitas vezes o gosto pelo que é feio e insalubre está também ligado à falta de talento dos profissionais que atuam juridicamente no controle e na fiscalização da urbanização (incompetência).
E sentido, também o aspecto psiquiátrico, pois as classes dominantes lageanas parecem fazer questão de punir o povo, literalmente demolindo o que lhe serve, mal reservando para a região central, em torno de seus próprios empreendimentos, seus investimentos “cosméticos”, ao passo que interferem no trânsito dos bairros quase sempre para prejudicá-los.
Exemplo: ruas estreitas, prédios por sobre as fiações elétricas, o condomínio Ponte Grande, a pedreira no que já foi o Morro Grande, as obras intermináveis em áreas alagadiças nas adoradas beiradas dos rios e seus banhados (APP), as ciclovias estreitando vias e suprimindo acostamento em lugar de ampliá-lo; a devastação dos parques, praças e florestas urbanas que os antepassados planejaram e cuidaram; a supressão de toda APP urbana para em suas áreas edificar todos os prédios públicos ainda por fazer.
A regra é construir fórum em banhado, escola em grotão em beco, sobretudo em Lages. E ambos sem estacionamento e acesso público suficiente.
Infelizmente a lista parece nao ter fim.
Surpreende-me a distinta Jornalista nao entender o parecer e a ligacão de causa e consequência nela explicada.
É inegável a sabedoria e a classe como Fernando Cordioli expõe sua opinião de forma cirúrgica. Não seria capaz de acrescentar ou retirar uma palavra sequer sobre o que foi escrito por ele em resposta a esta postagem. Só quem ama esta cidade, e sabe o potencial que esta terra teria de estar melhor, entende e consegue ler com bons olhos o que foi escrito. Comungo da ideia de que infelizmente vivemos atrasados, pois algumas famílias insistem em se achar donas da cidade de Lages e vamos de geração em geração caminhando para nos consolidarmos como o agreste catarinense, governados por aqueles que amam usurpar do poder público em favor próprio.
É simples: Lages é uma cidade polo onde tem uma ampla rede de serviços médicos,
serviços educacionais, serviços públicos e comércio em geral.
Lages atende a demanda mais de 150 municípios em um raio de 100 quilômetros.
Com isso, existe uma “população flutuante que mora em 2 municípios simultaneamente” , por exemplo, Lages/Capão Alto, Lages/Vacaria. Essas pessoas quem algum vínculo com a cidade, isto é, um carro emplacado, um imóvel, um pai, uma mãe, um tio que mora aqui.
Essa população flutuante dá a sensação que Lages tem 200 mil habitantes.
No entanto, 50 mil habitantes são transitórios no ponto de vista do IBGE que não entram na contabilidade.
Empregos de baixa qualidade, ensino público ente os piores do Sul do Brasil, baixa expectativa de melhora para um futuro próximo fazem com quem nasça aqui vá procurar melhores condições em outras cidades. Ai a população tende a diminuir. Simples.
IBGE não faz censo desde 2010, qdo Lages teve decréscimo. Então, desde essa data o IBGE anualmente utiliza os dados negativos de 2010 e sempre ESTIMA queda da população. E vai ser assim até que seja feito censo real um dia. Pelo número de eleitores, carros emplacados e até vacinação, evidentemente que Lages hoje possui mais do que 157.000 habitantes. Devemos estar na casa de 170.000 aproximadamente. Fora isso, é muita bobagem escrita e dita.
Para entender, primeiro deve-se esclarecer o que se entende por “queda dinâmica populacional” e “urbanização” aos olhos do autor (geógrafo).
Na dinâmica populacional podem estar considerados fatores como natalidade, mortalidade, matrimônios (fecundos ou não), escolaridade, empregabilidade, etc. Já na urbanização estão contidos os fatores que contribuem para o movimento da população de áreas rurais para centros urbanos. Coincidentemente ou não os fatores podem ser os mesmos citados. O indivíduo que opta por melhores condições de vida, seja ele de origem rural ou urbana, só irá fazer porto onde as suas aspirações forem atendidas; então, podemos dizer que a cidade está afastando mais pessoas do que atraindo-as.
Urbanização mal feita está intimamente ligada à corrupção, além da pouca cultura e da falta de bom gosto de um povo que não respeita os antepassados e seu legado Histórico.
Muitas vezes o gosto pelo que é feio e insalubre está também ligado à falta de talento dos profissionais que atuam juridicamente no controle e na fiscalização da urbanização (incompetência).
E sentido, também o aspecto psiquiátrico, pois as classes dominantes lageanas parecem fazer questão de punir o povo, literalmente demolindo o que lhe serve, mal reservando para a região central, em torno de seus próprios empreendimentos, seus investimentos “cosméticos”, ao passo que interferem no trânsito dos bairros quase sempre para prejudicá-los.
Exemplo: ruas estreitas, prédios por sobre as fiações elétricas, o condomínio Ponte Grande, a pedreira no que já foi o Morro Grande, as obras intermináveis em áreas alagadiças nas adoradas beiradas dos rios e seus banhados (APP), as ciclovias estreitando vias e suprimindo acostamento em lugar de ampliá-lo; a devastação dos parques, praças e florestas urbanas que os antepassados planejaram e cuidaram; a supressão de toda APP urbana para em suas áreas edificar todos os prédios públicos ainda por fazer.
A regra é construir fórum em banhado, escola em grotão em beco, sobretudo em Lages. E ambos sem estacionamento e acesso público suficiente.
Infelizmente a lista parece nao ter fim.
Surpreende-me a distinta Jornalista nao entender o parecer e a ligacão de causa e consequência nela explicada.
É inegável a sabedoria e a classe como Fernando Cordioli expõe sua opinião de forma cirúrgica. Não seria capaz de acrescentar ou retirar uma palavra sequer sobre o que foi escrito por ele em resposta a esta postagem. Só quem ama esta cidade, e sabe o potencial que esta terra teria de estar melhor, entende e consegue ler com bons olhos o que foi escrito. Comungo da ideia de que infelizmente vivemos atrasados, pois algumas famílias insistem em se achar donas da cidade de Lages e vamos de geração em geração caminhando para nos consolidarmos como o agreste catarinense, governados por aqueles que amam usurpar do poder público em favor próprio.