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Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação
Três das cinco famílias dos jovens que morreram carbonizados no acidente da sexta-feira (13), na BR-116, em Capão Alto, já coletaram material genético para identificação dos corpos da vítimas. Uma delas é a família da acadêmica de Jornalismo da Uniplac, Adrielle Oliveira, de 19 anos.
A identificação será feita no Instituto Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina, em Florianópolis. Os corpos das vítimas foram totalmente carbonizados e, devido às altas temperaturas às quais foram expostos, ficou impossibilitada a identificação por impressão digital ou pela arcada dentária.
Amostras do material genético das vítimas foram coletadas para que a identificação seja feita através do DNA. Procedimento minucioso e que dependente de diversos processos até que seja concluído o laudo, incluindo a chance de novas coletas e novas análises.
Diante das dificuldades, o tempo que os corpos serão liberados ainda é impreciso e não se descarta a possibilidade de demorar até seis meses. No entanto, a equipe do IGP de Florianópolis assegura que o empenho para dar uma resposta aos familiares é constante.
Identificação dos corpos dos jovens pode demorar até seis meses