
A primeira pessoa ouvida pela CPI Tito Bianchini, na manhã desta quinta-feir, foi da ex-coordenadora do Pronto Atendimento, Mauren Farias do Santos, que pediu exoneração do cargo após os últimos incidentes, embora não tenha sido exatamente nomeada para a função. Estava respondendo pelo cargo há dois anos.
Parte dos questionamentos feitos pelos membros da comissão ela respondeu a portas fechadas. Embora a maioria das respostas tenham sido bastante vagas ela informou que Sistema de Regulação precisa ainda ser aprimorado. Observou que, mesmo tendo vagas para internamento depende de um contato com o médico da especialidade para o encaminhamento. E, muitas vezes o paciente está no pronto atendimento esperando, há leito vago, mas têm dificuldade de contatar com o médico.

Francine Formiga, diretora de Atenção Básica, diz que o problema que enfrentam é a estrutura física que limita o atendimento e que deverá melhorar quando a UPA entrar em funcionamento.
Ela também relatou a mesma dificuldade de Mauren com relação ao Sistema de Regulação. Entende que a internação não deveria ficar na dependência do contato e aceitação do médico da especialidade.
Francine também informou que tem aumentado significativamente o número de atendimentos no Tito Bianchini, em uma média de mil por ano. E quanto ao número de reclamações do serviço, diz que é mínimo.
Além delas, a CPI ouve ainda hoje o gerente de Controle, Clayton Camargo, o assistente administrativo Luiz Fraga, Suzana Machado, o administrador do Nossa Senhora dos Prazeres, Fábio de Oliveira, a atual diretora do Tereza Ramos, Andréia Berto, o médico Jonas Lehmkuhl e a ex-diretora do Tereza Ramos e que deverá assumir a coordenação do Tito Bianchini, Beatriz Momntemezzo.