
Hoje pela manhã, a médica e a enfermeira que atendem na Unidade Básica de Saúde do bairro Vila Mariza foram agredidas porque não quizeram atender o medido da paciente que exegia a realização exames.

Os sinais da agressão no consultório da médica.
Hoje ainda eu havia postado matéria falando do pedido do Sindserv para que se tome providências, pois são muitos os casos der agressão aos funcionários da prefeitura, especialmente os agentes comunitários.
É hora da prefeitura verificar de perto o que está havendo, pois casos isolados são até admissíveis. Quando são muitos os registros é provável que haja problema no sistema.

Por determinação da Secretária da Saúde, Odila Waldrick, as unidades de saúde fecharam por uma hora, em protesto pelas agressões.
Leia matéria expedida pela prefeitura:
Uma ação da Secretaria Municipal da Saúde em sinal de protesto e que busca a conscientização da população foi realizada na tarde desta terça-feira (15 de janeiro). Todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município fecharam as portas para o atendimento ao público das 15h30 às 17 horas.
De acordo com a secretária municipal da Saúde Odila Waldrich, os casos de agressões aos servidores municipais da Saúde vêm aumentando nos últimos meses, principalmente nas Unidades de Saúde. O mais recente foi registrado, nesta terça-feira (15) no bairro Vila Mariza. “As agressões são verbais e agora físicas. Em todos os casos estamos registrando o Boletim de Ocorrência para que as autoridades policiais possam investigar e punir os agressores”, explica Odila.
Outros serviços, com exceção do Pronto Atendimento Tito Bianchini, também pararam das 15h30 às 16 horas. Todos os servidores destes setores afetados pelos protestos permaneceram em seus locais de trabalho, não realizado o atendimento normal destas repartições públicas até estes horários. “Somos seres humanos. Trabalhamos para oferecer um serviço humanizado e de qualidade. Não é na agressão que vamos resolver os problemas da saúde pública”, salienta a secretária.