Audiências estão tendo a participação das comunidades

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A audiência pública para discutir o Fim da violência Contra a Mulher  realizada na semana passada levantou algumas ações que contribuiu à favor da mulher:

 

IFSC oferece cursos

Para aumentar o grau de escolaridade e proporcionar mais alternativas profissionais, o projeto Mulheres Sim, do IFSC de Lages, oferece cursos gratuitos de qualificação e de formação sendo que em alguns não se exige escolaridade.

“Muitas são analfabetas, outras não sabem ler ou escrever direito, mas todas saem com um certificado. Se tiver um espírito empreendedor, encaminhamos ao Economia Solidária para conseguir renda através deste projeto de inclusão”, explica a coordenadora Rita de Cássia Branco.

 

Casa de apoio acolhe vítimas

Casa de Apoio Maria Rosalina Rodrigues acolhe vítimas desta violência desde 2013. As mulheres são acolhidas com seus filhos por um período de três meses, onde recebem alimentação e apoio das profissionais sob a coordenação de Luciane Alves Ozório.

 

O que disseram os vereadores:

Aidamar Hoffer clamou por uma sociedade mais igualitária e harmônica e falou dos propósitos da reunião. “Que esta geração seja mais amável, diferente. A mulher não pode ficar atrás do homem, mas caminhar ao seu lado. Esta audiência tem um objetivo grande, que é levar o objeto desta reunião para dentro dos lares, no papel de cada um nisso”, explica.

 

Para João Chagas, o município precisa evoluir e sair do tempo “dos coronéis”. Segundo ele, é preciso dar um basta para os inúmeros casos de violência contra a mulher: “Não podemos permitir que o machismo tome conta de Lages. Esta Frente Parlamentar está aqui para que vocês, estudantes, participem conosco, e não deixe ninguém bater na sua mãe, na sua irmã”.

 

A Teoria do Link, citada por Marcius Machado (PR), defende que se uma pessoa, por exemplo, maltrata um animal na infância, leva isso para seus colegas e seu futuro. Se não for inibido, se torna um sujeito cada vez mais cruel e violento. 

 

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Ações contra o Bullying

Como forma de coibir este mal, o vereador Luiz Marin (PP) faz algumas sugestões à Secretaria Municipal de Educação:

·         Conscientizar a comunidade escolar sobre o conceito de bullying, sua abrangência e a necessidade de medidas de prevenção, diagnose e combate a prática.

·         Capacitar docentes, equipe pedagógica e servidores da escola para ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema.

·         Orientar os envolvidos em situação de bullying, visando à recuperação da autoestima, do desenvolvimento psicossocial e da convivência harmônica no ambiente escolar e social;

·         Envolver a família no processo de construção da cultura de paz nas unidades escolares e no convívio social.

·         Evitar a prática de atos violentos em ambientes virtuais.

 

A próxima reunião, que acontece na próxima quinta-feira (2), às 7 da noite, no ginásio de esportes do Santa Helena.

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