Alcindo Donizete de Souza, de 31 anos, estava em um bar na localidade de Boqueirão na noite de domingo. Próximo à meia noite se sentiu mal. Logo depois foi encontrado morto, vítima de um infarto fulminante, em uma estrada em frente a capela daquela localidade.
A Polícia Militar foi acionada, foi ao local, mas como se tratava de uma morte natural, acionaram o Instituto Geral de Perícias – IGP.
Os familiares aguardaram toda a madrugada pela chegada do IGP. Revoltados foram até a delegacia de polícia reclamar. Mais uma vez foran orientados a acionar o IGP.
Foram até a Assistência Social solicitar auxílio funeral: receberam um caixão mas o agente disse que não tinha condições de recolher o corpo porque faltava um laudo médico.
O corpo foi coberto com uma lona preta e foi feita uma espécie de barraca para proteger o defunto do sol. Enquanto isso a família procurava um médico para obter o atestado de óbito. Foram ao hospital, àos consultórios médicos e não encontraram ninguém para ir lá atestar a causa mortes.
Já no final da tarde e cansados de tanta procura os familiares foram até o Ministério Público. A promotoria determinou que o IML de Lages recolhesse o corpo e fizesse a autópsia.
Enfim, o corpo do senhor Alcindo Donizete falecido no domingo, só foi liberado próximo a meia noite de terça.
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