E não é que as pesquisas estavam certas!

 

Essa campanha eleitoral teve de tudo: tragédia, ataques e reviravoltas, culminando com uma onda de denúncias que na velocidade da informática age como rastilho de polvora, com força suficiente para dizimar uma candidatura. A tragédia ficou por conta da morte de Eduardo Campos que embora tivesse na terceira posição na corrida presidencial, provocou mudança no eixo da disputa, levando sua substituta, Marina Silva admitir possibilidade de vitória, já que as pesquisas apontavam sua vitória num possível segundo turno, enfrentando a candidata do PT, Dilma Rousseff.

No terceiro momento, já às portas das eleições em primeiro turno, o tucano, Aécio Neves retoma a segunda posição na disputa, deixando Marina Silva para traz.  Consegue passar para o segundo turno, quando então a campanha ganha uma característica diferente alimentada através das redes sociais com muita boataria, denúncias e debates. As pesquisas no entanto, apontavam pequena vantagem para Dilma Rousseff, mas os tucanos foram para as urnas na certeza de que a eleição estava garantida para Aécio Neves.

De fato, em SC, o tucano venceu com uma larga margem de diferença. Antes da divulgação dos primeiros números pelo TSE, as informações que vinha do centro do país davam conta de que Aécio estava eleito.

Em Lages, os tucanos já estavam mobilizando os eleitores de Aécio para  festa da vitória, em frente a catedral. Foi com surpresa que já com 94% dos votos apurados, os primeiros resultados divulgados pelo TSE apontavam Dilma na frente.

Como já previa, somente na contabilização dos números das urnas poderíamos confirmar quem sairia vitorioso.

Os principais institutos de pesquisa do país, como o Ibope de Datafolha confirmam mais uma vez que, as pesquisas eleitorais, quando feitas com seriedade, nós dão a real situação.

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