O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), deflagrou nesta terça-feira (27/10), a Operação “Dominus Urbis”, destinada ao aprofundamento de investigação que apura a possível atuação de organização criminosa voltada à prática de crimes contra a Administração Pública, incluindo direcionamento de licitações, favorecimento indevido de empresas, lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial.

As investigações apontam indícios da existência de um esquema envolvendo agentes públicos, empresários, familiares e pessoas interpostas, que teriam atuado de forma coordenada para favorecer empresas em contratações públicas e ocultar a movimentação de recursos por meio de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao grupo investigado.
Foram cumpridos 51 mandados de busca e apreensão requeridos pelo Ministério Público e expedidos pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina em residências, empresas e órgãos públicos municipais localizados em Alfredo Wagner, Bocaina do Sul, Palhoça, Blumenau, Xaxim e Ilhota. Somente as prefeituras de Alfredo Wagner e Bocaina do Sul foram alvos da operação.
Também foram determinadas medidas de indisponibilidade de bens e valores de pessoas físicas e jurídicas investigadas, que ultrapassam R$ 2,7 milhões, com o objetivo de assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e garantir a efetividade da persecução penal.
As investigações apuram a possível prática de crimes contra a Administração Pública, incluindo organização criminosa, corrupção, fraude à licitação, peculato, falsidade ideológica, prevaricação e lavagem de dinheiro.
Durante o cumprimento dos mandados judiciais, também foram lavrados autos de prisão em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de uso permitido e restrito, além da apreensão de uma considerável quantia em espécie. Um dos investigados foi autuado em flagrante pelo crime de lavagem de capitais.

Para variar, mais um prefeito do PL e um do PSDB. Extrema direita podre, formada por ladrões.
SC esta sendo um exemplo de como o bolsonarismo é honesto. Mais de 33 prefeitos envolvidos com falcatruas