Contestando a informação de que os tucanos estão se ausentando das secretarias que ocupam na administração local em função da campanha eleitoral, durante o horário de expediente, o secretário do Desenvolvimento Econômico, Carlos Roberto de Sousa (Zebu) observou que as tarefas a que os quatro integrantes do PSDB que ocupam cargos na pasta, não permitem que isso aconteça. Ele aproveita para ressaltar que o PSD de Lages estará empenhado na campanha de dois candidatos em especial: de Aécio Neves à presidência da República e de Luiz Carlos Pinheiro a deputado estadual. Sem esquecer que o PPS de Carmen Zanotto está na coligação, portanto o PSDB de Lages apoia a candidata, mas pelo que deixa entender, não desfraldará bandeira como cabos eleitorais.
O partido pretende fazer de quatro a cinco deputados federais. Carlos Roberto cita que os tucanos locais vão trabalhar apenas duas campanhas, porque, embora tenha candidato ao governo e SC, “Não seremos louco de bater no governador na sua casa”, disse ele.
Portanto deverão ficar neutros com relação ao governo do estado: não farão campanha ostensiva nem para Raimundo Colombo e nem para Paulo Bauer.
Obviamente que esse poderá ser o comportamento dos tucanos que estão ocupando cargos na prefeitura. Contudo, não acredito que 100% dos militantes do PSDB terão esse mesmo comportamento.
Haverá candidatos da sigla a deputado federal que, pelo menos, irá tentar entrar na região. Também não acredito que Paulo Bauer não estenda sua campanha para a Serra, embora não haja aqui um volume de votos tão grande que possa alterar o resultado eleitoral.
O que são 230 mil votos (eleitorado da Serra) em um universo de quase 5 mil eleitores? Nas eleições de 2012, SC contava com exatos 4.739.345 eleitores. Mesmo que Raimundo Colombo saia da Serra com a totalidade de seus votos, ainda precisa somar muito para garantir a eleição, o que já conseguiu em primeiro turno da primeira vez. Será que é possível isso se repetir?
