Mais do que o choque provocado pela descoberta de dezenas de ossadas e corpos de cães em uma área rural de Lages (antiga BR 2), a principal questão é identificar quem descartou os animais, há quanto tempo isso ocorre e por que a prática não foi interrompida antes. A investigação deverá apontar se o local vinha sendo utilizado de forma sistemática e quais medidas serão adotadas para evitar novos casos. A prefeita Carmen Zanotto já anunciou a instalação de câmeras de monitoramento na região, medida que pode auxiliar na identificação dos responsáveis e no controle permanente da área. Devido ao avançado estado de decomposição de alguns corpos, não foi possível precisar o número exato de animais, mas estima-se que são aproximadamente 25 animais mortos.
