O grande nó nas reuniões de portas fechadas da executiva estadual do MDB é decidir se o partido aplicará sanções administrativas e disciplinares aos prefeitos e vereadores que subirem no palanque de Jorginho Mello ou se concederá uma “infidelidade velada”. Na Serra, onde lideranças locais prezam por verbas de infraestrutura repassadas pelo Estado, a tendência é que muitos emedebistas façam campanha para Jorginho no interior, independentemente da ata oficial.
Para salvar a unidade, o nome de Antídio Lunelli tenta funcionar como uma ponte unificadora ao Senado. A estratégia da cúpula é pedir que a militância vote em Lunelli para o Congresso, dando liberdade informal ao eleitorado do interior na disputa para o Governo do Estado.
Independentemente do resultado eleitoral, a ferida aberta no MDB deixará cicatrizes profundas. Se o projeto da coligação com João Rodrigues não vingar nas urnas, o grupo de dissidentes governistas tende a tomar a rédea do diretório estadual para realinhar a legenda com o governo eleito.
Nossa! Que pena….kkkkk. Péssimos administradores , até da sigla, calculem! Estão perdendo espaço na política brasileira e catarinense. Nunca querem ser protagonistas em nada! Ficaram muito tempo escondendo-se no poder, protegendo uma minoria de “velhos caciques”, com mandatos ou sem eles, mas com cargos na esfera pública, de outras administrações. A conta chegou, partido cada vz mais no limbo da política e principalmente da história. Um dia tiveram “Ulisses e Luiz Henrique”, Pedro Ivo Campos, estadistas. Hj servem apenas pra vice, porque foram chutados. Ou ainda, pra cargos subalternos. Já vao tarde, o mesmo destino do PSDB. Jogaram um jogo, “sem reservas” e nem renovação, zero criatividade e brilhantismo. Tem tudo pra não eleger ninguém, nem ao senado! Não empolgam mais, não saem da concha do “caramujo”, agem apenas procurando por oportuni$mo.
Infelizmente o MDB morreu junto com o Luís Henrique, mas já vinha definhando desde que se alinhou com o Colombo.