
O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) de Lages concluiu as discussões internas e definiu o nome do jovem Igor Marafigo para representar a legenda na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. A decisão foi construída após o Prof. Artur Rodrigues, presidente municipal do PT em Lages, retirar seu nome da disputa por motivos pessoais. Artur foi o candidato da legenda mais votado na última eleição e, ao abrir mão da pré-candidatura, assume a missão de coordenar a campanha de Lula, Décio e Merisio na serra.
A escolha de Igor Marafigo também ocorre em um contexto de incentivo à renovação geracional dentro do Partido dos Trabalhadores. Nos últimos meses, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem defendido publicamente a necessidade de ampliar a participação da juventude na política e estimular o surgimento de novas lideranças. O Presidente tem demonstrado preocupação com o envelhecimento da bancada petista e defendido que novas gerações assumam protagonismo na construção do futuro do partido.
Nesse contexto, a definição do nome de Igor Marafigo pelo Diretório do PT de Lages representa a materialização dessa estratégia no município. A escolha busca fortalecer a participação da juventude na política e ampliar a representatividade da Serra Catarinense no cenário nacional.
O futuro da política é esse. De gente nova. Os “velhos” estão se juntando ao Pai Celestial e os que aqui ficam estão pendurando às chuteiras. Contribuições dadas ao longo da história da política, da democracia e do país.
Alguns torcem o nariz quando aparece alguém ou algo novo. Não porque não querem, mas pela comodidade que sempre tiveram de estar junto aos “caciques”, ganharem os reais que lhe prometem e depois, viverem das migalhas de verbas de publicidade, de mídia ou de patrocínio. Errado? Pode ser que não, mas alguns da imprensa caem no descrédito, praticam o “copia e cola” e esquecem de como é escrever um texto, uma crítica construtiva, a sua avaliação sem estar ligado a gabinetes ou folha de pagamento.
É isso. Ainda que seja cedo, é preciso que alguém inicie. Terá votos o suficiente para chegar lá? Não sabemos, mas quando acordarmos deste belo sono em berço esplêndido, veremos o tanto de tempo que passou e simplesmente foi desperdiçado, perdido.
Seja quem for, de qual partido for… É preciso ver biografias, histórias pessoais e de lutas. O partido é uma mera agremiação que se faz necessária para que qualquer ser humano possa ser candidato, devido a um “simples número”. Número que muitas vezes não significa nada e absolutamente se mostra bem longe das realidades e das mazelas do nosso país.
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