Mais uma vez a ponte do pelotinha se foi …

A indignação com pontes que se vão na primeira chuva forte é totalmente compreensível, até porque o produtor rural e o morador do interior dependem exclusivamente dessas estruturas para escoar a produção, ir ao trabalho e levar os filhos à escola. Quando o serviço precisa ser refeito em pouco tempo, fica evidente a frustração com o uso dos recursos públicos e com a qualidade da engenharia aplicada. Muitas vezes, por falta de orçamento imediato ou pela urgência em liberar o trânsito, as prefeituras realizam reformas emergenciais usando cabeceiras e pranchas de madeira. Essas estruturas não suportam a força das enchentes repentinas da nossa região.

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