Ao lançar ou apoiar candidaturas de centro-direita (como Ronaldo Caiado), o PSD divide o eleitorado conservador. Isso impede que um único nome de oposição concentre todos os votos da direita tradicional, o que, no fim das contas, beneficia a estratégia de reeleição de Lula.
Mantendo três ministérios no governo petista, o PSD assegura cargos, emendas e espaço na máquina federal. Essa proximidade faz com que a bancada do partido no Congresso funcione como uma base de apoio crucial para o Palácio do Planalto em votações importantes.
Conhecido como um dos maiores estrategistas do país, Gilberto Kassab (vive na chapa de Caiado) historicamente evita colocar todos os ovos na mesma cesta. Estar no governo e, ao mesmo tempo, costurar a vice-presidência de um candidato de oposição garante que o PSD seja governo em qualquer um dos cenários pós-eleição.
Por outro lado, lideranças do PSD rejeitam o rótulo de linha auxiliar e defendem que o partido alcançou um tamanho que o permite ditar as próprias regras:
Em Santa Catarina, por exemplo, o partido adota uma linha de forte oposição ao governo federal e ao próprio PT. O foco do partido parece ser o fortalecimento de suas bases regionais e das prefeituras, independentemente da ideologia nacional.
Kassab é PT e PSD tbém, apoiou Dilma em 2014.
A única ideologia q esses partidos seguem é a do oportunismo
Kkkkk
PSD tá se saindo pior que o MDB
Golpe tá aí, cai quem quer