
O que começou como um encontro se transforma, a cada edição, em uma rede de conexão entre mulheres. O Movimento Mulheres, idealizado por Marlene Fengler, realizou nesta terça-feira (18), em Florianópolis, sua terceira edição, reunindo mais de 60 participantes. Nesta edição, o encontro contou com a participação da psiquiatra Armanda Rufino e da ginecologista Ivana Fernandes Souza, que conduziram uma conversa aberta sobre saúde mental, autocuidado e os desafios das diferentes fases da vida feminina, em um formato próximo e com interação direta com o público. O espaço tem se destacado por promover escuta, troca de experiências e identificação entre mulheres de diferentes trajetórias, em conversas que abordam temas presentes na vida real, muitas vezes pouco discutidos no cotidiano. Ao longo das edições, o movimento já trouxe para o debate assuntos como longevidade, etarismo e menopausa, sempre com linguagem acessível e foco na conexão entre as participantes. Com o crescimento da iniciativa, os próximos passos já estão definidos. O 4º encontro será realizado no dia 13 de maio, e a proposta é expandir o Movimento Mulheres para outras regiões de Santa Catarina.“A troca que acontece aqui faz diferença. E precisa alcançar ainda mais mulheres”, afirma Marlene.
Elas são a maioria, e elegem de municípios, ao Estado e o governo Federal. São mães, e as responsáveis pelo povoamento e educação dos filhos. Atualmente, muitas são arrimo de família no Brasil. Uma realidade que é muito nossa. Não percebida em grandes países na economia e de ponta (EUA, Canadá, China , Japão, Alemanha, etc) . Um país continental como o nosso merece mulheres capazes, preparadas, unidas tudo pq elas são a maioria da população!
Estou vendo um homem lá atrás.