O que deveria ser uma aliança de peso, a federação entre PP e União Brasil, está se transformando em um quebra-cabeça de difícil solução. Enquanto os Progressistas seguem a cartilha de Esperidião Amin, o União Brasil vive uma “crise de identidade” que pode implodir o projeto antes mesmo da eleição.
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União Brasil Dividido: O partido está rachado. Uma ala quer o conforto e a estrutura do governo Jorginho Mello (PL), enquanto a outra ala, mais pragmática ou dissidente, prefere abrir diálogo com o projeto de João Rodrigues (PSD). Essa indecisão paralisa o partido e enfraquece a federação.
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O Fator Dário Berger: O ex-senador, que em 2022 tentou a sorte com a esquerda, parece estar com as malas prontas. A cotação da vez é o PDT, onde ele faria uma dobradinha estratégica com Décio Lima (PT).
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Repetição de 2022: Se Dário confirmar o movimento, teremos novamente o “bloco da esquerda” tentando ocupar a vaga ao Senado, apostando na transferência de votos de Lula em Santa Catarina, que embora minoritária, é fiel.