Deputado Marcius pede implantação de mais escolas cívico-militares

O deputado Marcius Machado (PL) reuniu-se com o governador Jorginho Mello (PL) nesta semana, para defender a implantação de mais escolas no modelo cívico militar na Serra Catarinense. O encontro aconteceu na Casa d’Agrônomica, em Florianópolis, onde o deputado apresentou a importância da ampliação do modelo escolar na região.

Marcius defendeu a transformação da escola São Judas Tadeu, no bairro Santa Helena em Lages, para o modelo cívico-militar, com base em fatores educacionais, sociais e estratégicos, alinhados à missão da Polícia Militar de contribuir para o fortalecimento da cidadania e da preservação da ordem pública.

“Foram observados muitos benefícios em outras escolas que adotaram esse modelo. São melhorias significativas no ambiente escolar, especialmente na disciplina, ao respeito, à valorização dos professores e ao desempenho dos estudantes”, destacou o deputado.

O pedido foi ampliado também, para que outros municípios como Correia Pinto, Ponte Alta e Bom Retiro também tenham unidades escolares transformadas nesse modelo.

15 comentários em “Deputado Marcius pede implantação de mais escolas cívico-militares”

  1. Quem diria, um ex lider estudantil, militante das liberdades estar agora nas fileiras do poder.Educaçao militar é o endurecimento do Estado e diminuiçao das garantias. É obediencia.

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      • Ai você acertou escolas militares que tem muuuuiiiiita diferença para escolas cívicos militares, afinal quem conheçe o que é uma escola militar sabe que a escola cívico militar não é nem 0,5% do que é uma escola militar

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    • Quanta asneira, só pode ser um esquerdista alienado.As escolas cívico-militares de Santa Catarina se destacam como um modelo educacional que busca valorizar a disciplina, o civismo e o respeito, pilares essenciais para a formação de cidadãos responsáveis. Nesses ambientes, a rotina escolar, que combina a excelência acadêmica com princípios militares de organização, hierarquia e patriotismo, promove o desenvolvimento de valores éticos e de uma postura proativa. A proposta é criar um espaço onde a ordem e a dedicação contribuem para um ambiente de aprendizado mais focado e seguro, preparando os estudantes não apenas para desafios intelectuais, mas também para a vida em sociedade, com um senso de dever e de comunidade fortalecido.
      Nunca verá um aluno de uma escola dessas ouvindo funk durante a aula. Simples assim.

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      • Que preconceito bobo. Idiotas delirantes adorando militares e beijando botas. Porque não investem em escolas públicas, privilegiando o conhecimento.

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    • É o desespero pra tentar conseguir a reeleição, aposta no gado pra votar nele, mas não terão votos suficientes, afinal todos estão mirando o voto dos gados, irá faltar votos, ou todo irão mirar em apenas um pra votar.

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  2. É só fazer a seleção de ingresso, que as escolas civico militares fazem, selecionando alunos com melhor desempenho acadêmico, investir em estrutura e salário de professores, na mesma medida que fazem nas civico-militares, que o desempenho acadêmico dos alunos será excelente. Não precisa ser militar para “disciplinar”. Basta ver o desempenho dos colégios politécnicos e de aplicação vinculado às Universidades Federais.

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  3. Concordo André p/ ” maior inclusão” deveriam às Escolas Cívico Militares atender na parte da noite, principalmente em Lages, terra do Deputado. Tem estudantes que ajudam a família, e a economia do Estado, trabalhando durante o dia, e que gostariam de estudar a noite ( isso torna-se uma forma de segregação), ou disponibilizar ainda Cursos Técnicos noturnos, o que todo direitista adora! Mesmo que nao tenham sido criado primeiro os empregos….Há muitas aulas vagas, ainda, em todo o setor público, sem exceção na Amures, “os pais sabem”, e não gostam, assim como os alunos, e não é só no Estado. É necessário chamar mais professores do concurso! O resto é “desviar” o foco. Quando o chefe do executivo está no governo há desgaste, assim como o legislador, isso é normal . Essa questão da Educação aparecerá no debate do próximo pleito. Anotem!
    Há uma crescente falta de professores é uma tendência mundial. Pesquisem. Na Alemanha, por exemplo, onde o professor ganha em média 25 mil reais, há falta de professores. Aqui em SC muitos professores estão doentes, por motivos diversos como: logística de muitas escolas pra fechar a carga, deslocamento, trânsito nas Brs lotadas de carros e caminhões, Stress, Estafa, Síndrome do Pânico, Bournout, salas abarrotadas, alunos problemáticos, vindos de famílias desestruturadas ou em situação de miséria, o que reflete na vida do estudante, arrebentando o problema na escola tbm, etc.
    O que vemos são professores esgotados, desmotivados, doentes, e muitos abandonando a área. A profissão que era um sacerdócio virou “missão ” quase impossível. Tem professores trabalhando a base de remédios tarja preta, tudo p/ vencerem a labuta, aqueles que não conseguem passar na perícia. Estamos a “anos luz do ideal” que é prometido pelas Escolas Cívico Militar. Essa última já está sentido o mesmos problemas já relatatados nas Escolas normais, relatados por professores que la trabalham ou trabalharam, aluno é tudo igual, vivem desmotivados, na sua grande maioria,
    outros tem o vício do celular, dormem mal devido a este, etc .
    Já o público pobre, e mal nutrido da região serrana carrega suas mazelas até a Escola, hj uma parte dos pais estão fazendo vistas grossas na educação dos filhos. Delegam muitas vzs ao computador, celular, TV, e tem famílias que o arrimo são muitas vzs só mães , avós, avô pq os pais são separados, morreram no Covid, mães solteiras c/ dificuldades econômicas, outros o pai está cumprindo pena, dentre outras situações, e que poderia elencar. A escola é o reflexo da sociedade, e seus problemas, e que só aumentam. Tem professores com 60 hs de carga horária. O que é quase humanamente impossível de realizar, sobrecarregados (manhã/tarde/noite), no intuito de ganhar um pouco melhor em SC. Sinceramente a Educação parece ser tratada pra não dar certo no setor público. No setor privado os alunos empenhando-se mais, os pais cobram, envolve dinheiro. Será Escola C. Militar que irá “salvar as mazelas” da Educação na Amures? Acho pouco provável, não dá conta de 10 % de toda a situação.
    Isso é um fenômeno mundial, problemas na Educação, já os soldados da causa ( estão aposentando), ninguém mais quer ser professor. Pergunte aos jovens! Uma profissão que já foi muito respeitada, atualmente é rejeitada. Faltam profissionais, chegará um tempo que nem oelo dobro do salário atual haverao professores. O que será da sociedade? O problema só agrava-se, inclusive no mundo. E pior, prejudicara mais, aquelas regiões mais pobres, e dependentes do setor público de ensino. Essa que não conta ainda na sua totalidade com uma boa Internet, nem computadores de ponta, os profissionais então desmotivados, outros doentes, ou seja, uma atividade quase insalubre, e dentre as regiões citadas estão o Brasil e a Serra Catarinense.

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  4. Arruda, suas reflexões são excelentes. No entanto, senti a falta de uma discussão sobre as diversas ferramentas de IA, tanto gratuitas quanto pagas, que proliferam pelo mundo. Os professores, hoje, esforçam-se para se adaptar a essa nova tecnologia. Evidentemente, se bem empregada, a IA pode aprimorar o desempenho de inúmeras formas; contudo, quando utilizada de maneira inadequada, pode continuar a comprometer o desenvolvimento intelectual de muitos indivíduos cujo nível já se mostra deficiente.

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  5. No há Cav há 60 vagas ociosas sendo 30 no Curso de Engenharia Florestal. O Estado pagando bolsas de estudos em faculdade particular e no Cav sobrando vagas na Universidade Pública e Gratuita. Só lambança esse governo. Desequilíbrio é falta de estratégia. Mas nós que não temos mandato, nem somos do seleto grupo dos partidos damos a solução de graça. Coloca esses professores ociosos do Cav estudar e desenvolver produtos p/ serem industrializados apartir de plantas usadas pelos índios serranos. Como nossas ervas medicinais: carqueja, macela, mel da bracatinga, etc. Desenvolver fármacos e vender pros grigos, dado o tarifaco que irá desempregar pessoas por toda SC. E quem irá mais sentir essa onda de desemprego será a nossa Amures…. mão na massa Jorginho, ” vamos que vamos” caçar uns pilas dos gringo$. Agora é a hora de se agigantar a eleição está logo ali!

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