Proposta do Governo para descompactar tabela salarial dos professores foi aprovada

Em votação realizada nesta terça-feira, 22, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou o projeto de lei apresentado pelo Governo do Estado propondo a descompactação da tabela dos professores. A proposta assinada pelo governador Jorginho Mello e pelo secretário de Estado da Educação, Aristides Cimadon, garante também um aumento salarial a todos os professores efetivos do quadro de servidores da Educação. Foi a primeira vez em 16 anos que o Governo do Estado apresentou uma proposta neste sentido.

Com um investimento total de R$ 529,5 milhões, o objetivo é diferenciar os rendimentos dos professores de acordo com seu tempo de serviço público e qualificação profissional, promovendo uma valorização justa e necessária dos docentes, para desachatar a tabela da rede estadual de Educação.

“Nós sempre colocamos a educação como um dos principais focos do Governo. A aprovação da descompactação da tabela salarial dos professores é mais uma grande vitória na busca da valorização de uma profissão tão fundamental para o desenvolvimento do estado, como é o professor. É resultado do nosso trabalho para ter uma educação de ainda mais qualidade”, afirma o governador Jorginho Mello.

Outro ponto central da medida é o compromisso do governo estadual de aplicar 100% dos recursos do Fundeb no pagamento dos professores, garantindo que essas verbas destinadas à Educação sejam totalmente direcionadas à valorização profissional.

2 comentários em “Proposta do Governo para descompactar tabela salarial dos professores foi aprovada”

  1. nenhum comentário sobre esse avanço?. gov. ta de parabéns porem ainda pode ser feito mais. tem prof. com pos- graduação que ganha menos de quem trabalha na assembleia legislativa em nível médio.

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  2. Não foi descompactação, foi reajuste em que o piso nacional de cada ano vai ser o vencimento fora os direitos adquiridos. Antes pagavam o piso somando todas as vantagens e direitos adquiridos !
    Descompactação é outra coisa

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