Um incêndio na casa da família de um dos colaboradores da Justiça, na Operação Mensageiro, acendeu o alerta na equipe que investiga o escândalo do lixo em Santa Catarina, e levou à determinação de proteção policial aos familiares.
Os detalhes do suposto atentado, como data e local, são mantidos em sigilo. Mas o fato é de conhecimento das defesas e um dos motivos para que a operação siga em segredo de Justiça.
Por esse motivo, o vazamento da identidade de alguns dos supostos colaboradores causou alvoroço na investigação. Houve receio de que delatores desistissem da troca de informações com os investigadores. Ainda na quinta-feira, um dos delatores chorou durante depoimento e disse estar temendo represálias.
Nesta sexta, a desembargadora Cinthia Scheffer proibiu a divulgação dos nomes dos delatores da Operação Mensageiro. No despacho, a desembargadora reforça a importância da liberdade da imprensa e assegura a cobertura da operação: “A liberdade de imprensa é um direito salutar em um ambiente democrático”. A decisão se restringe à identificação dos delatores.
Dagmara Spautz
dagmara.spautz@nsc.com.br
Segredo so para o contribuinte porque os bandidos, donos de cachorros ocupantes de altos cargos, ja sabem o que precisam saber, segundo a propria Justica.
A única forma de provar-se seriedade é acabar com o prende primeiro e investiga depois, provando é previamente, modernamente, abrindo o processo todo logo para o escrutínio da sociedade, uma garantia inclusive para os delatores.
Tanto enredo para nada! Daqui a pouco estão todos soltos por faltas de provas, se candidatam e se reelegem novamente, com a ajuda dos cpx!
“Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de lavagem sempre seria eleito, não importa quantos porcos já houvesse abatido.”
Orson Scott Card – escrutor.
Tanto enredo tem um motivo, que é manter as negociacoes dos bastidores fora do foco, justificando o segredo imoral. Quem lucra sao os tentaculos, esses ganham sempre, prendendo e soltando.