Ao retornar as atividades no dia 3 de fevereiro, os vereadores de Bom Retiro terão também de retomar a questão do impeachment do prefeito Vilmar Neckel (PP), por recomendação do juiz da Comarca. No dia 5 dezembro a Câmara rejeitou (prefeito tem a maioria dos vereadores), por cinco votos contra e quatro a favor, o pedido de cassação do prefeito a partir do relatório apresentado pela comissão processante e no dia subsequente (dia 6 de dezembro) o juiz da Comarca Local deu sua sentença em um dos vários processos que correm contra Neckel, condenando-o a perda do cargo e pagamento de multa por improbidade administrativa. No dia 13, o juiz Edison Alvanir Anjos de Oliveira Júnior, enviou ao presidente da Câmara, vereador Virgílio Moretti cópia dos autos do processo “para as providências que entender cabíveis, posto que foi reconhecido ato de improbidade administrativa em face do prefeito Municipal Vilmar José Neckel, o qual pode ensejar infração político-administrativa de competência desse poder legislativo”.
Com isso o juiz está cobrando dos vereadores o seu papel de fiscalizador do poder executivo. Significa dizer que os vereadores também poderão ser responsabilizados por negligenciarem sua função. Com tudo isso aconteceu no apagar das luzes do da legislatura 2019, ficou então para o ano que vem qualquer decisão a partir do encaminhamento do judiciário.

Lembramos que existem contra Neckel nove processos: quatro como prefeito e cinco outros como secretário de Obras, na administração de José Mello (PP). Há ainda duas ações penais: uma por porte de posse de armas e outra por falsidade ideológica.
A justiça determinou, por conta de uma desta acusações (uso indevido de veículo da administração) seu afastamento do cargo por 180 dias, prazo que termina em fevereiro. Lhe foi negado pelo Tribunal de Justiça uma liminar que pedia seu retorno ao cargo.
Além deste crime de improbidade, os outros que lhe são imputados se referem a contratação de advogado para defesa pessoal custeada pela prefeitura; doação de madeira de uma escola para a construção de casa de campo para um correligionário político, farra das horas extras sem a devida comprovação, construção da sede do Corpo de Bombeiros sem licitação, desvios de seis mil tubos, além da chamada “rachadinha”, assim conhecido o ato de fazer com que o funcionário devolvesse parte do salário que recebia.
Há indícios de que entre janeiro a fevereiro o prefeito também poderá ser indiciado por peculato. No início de dezembro o pessoal do Gaeco de Lages esteve ouvindo algumas pessoas da administração de Bom Retiro e recolhendo documentos.
A coisa vai mal em Bom Retiro/SC…!!!- A julgar pelas noticias frequentemente divulgadas pela midia local; ,…o Ministério Público e a Corregedoria do Estado, deveriam ser acionados para que os principios básicos na administração pública sejam preservados e também para garantir a independência dos três Poderes naquele município…!!!
Juiz? Se acha semideus, trai a constituição e o CPP com total abuso de autoridade. Onde vamos parar com esses certos semideuses? O cara mais parece advogado de acusação, que julgador! Cadê a corregedoria geral e o Conselho Nacional de Justiça?
Quando certos semideuses resolvem perseguir é muito difícil se defender. É óbvio que existe um esquema montado entre Ministério Público e juiz para destruir a vida do prefeito Neckel , só não vê quem não quer . Conheço o prefeito de vista e de informações, mas tudo que sei é que é uma pessoa do bem.
Luciano Hang sai com um avião e uma faixa denegrindo Lula e para o judiciário é algo normal,