Cavalgada no Cerrito reuniu mais de 200 participantes

A 2ª Cavalgada da Fazenda de Turismo Rural Rancho de Tábua, promovida com apoio da Associação Aconchego da Serra, em São José do Cerrito reuniu mais de 200 cavaleiros de praticamente toda Serra Catarinense e de municípios vizinhos,  sábado, na localidade de Rincão Albinos.

Considerada a maior cavalgada do município em número de participantes, o atrativo se consolida como um dos grandes apelos turísticos e passa a integrar o calendário de eventos de São José do Cerrito.

“Foram mais de dois meses de preparação e tudo correu como planejado. Estão de parabéns nossa associação, minha família e os amigos que ajudaram a estruturar esta cavalgada”, comentou o empresário coordenador geral, Gilnei Marian.

Um café de tropeiro com todos os ingredientes da gastronomia serrana recepcionou os visitantes, no clarear do dia de sábado. Após servido um café típico sobre antigas carroças e carros de boi, a cavalgada partiu por paisagens de campos, matas, córregos, riachos, margens de lavouras, corredores de históricas tropeadas, casas centenárias, açudes e locais de muito apresso e contemplação.

Depois do passeio que durou quatro horas, os cavaleiros foram recebidos com um almoço regado por muito churrasco e fartura de carnes de gado, porco e ovelha. Sorteios de brindes fizeram com que os participantes permanecessem na fazenda Rancho de Tábua até final da tarde. 

De acordo com Gilnei Marian, grupos de cavaleiros de Ponte Alta, Correia Pinto, Curitibanos, Gaspar e de diversas cidades do Estado prestigiaram o evento.

“Nossa proposta de tornar as cavalgadas um forte atrativo turístico, divulgar e atrair visitantes de outras regiões foi atingida. Mais uma vez mostramos nossas belas paisagens e recebemos nossos convidados com a hospitalidade e respeito que eles merecem”, comentou Gilnei Marian.

Fotos: Oneris Lopes

1 comentário em “Cavalgada no Cerrito reuniu mais de 200 participantes”

  1. É uma questão dificilima, tenrar conciliar uma reflexão social, com um provincianismo e uma tradição quie não muda durante décadas. Devemos pensar em concikliar a tradição serrana com um nível de vida melhor ao habitante da serra, ao invés de alguns saborearem ovelhas, costelas e outras iguarias, a maior parte dos serranos não possuem isso para comerem.

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