Professora Aida Taffarel dizia na gestão passada que não diminuir o desconto do pagamento em dia do IPTU tinha sido uma vitória do povo. Nessa gestão disse que diminuir o desconto foi um ato de coragem do Prefeito. Bruno Hartmann lembrou ela disso no plenário essa semana.
Gerson Taffarel, ainda de luto pela não eleição na presidência da Câmara de Vereadores, se pudesse pedir uma música por perder 3 vezes, pediria “Choram as rosas” do Bruno e Marrone. Este fez parte durante dois anos da defesa do prefeito Eliseu. Quando o barco afundou, foi para a “bancada de fiscalização” e atacava o governo. Agora defende. É muita incoerência para um Rubinho Barrichello só.
Luiz Marin Taffarel até ensaia revoltas às vezes, mas nada parecido com o que fazia contra Hampel, o homem do colete. Parece que não quer se indispor com ninguém. Mas aí o correto seria largar o cargo e deixar para o suplente, João Cardoso, bem mais disposto a fiscalizar a Administração. Só cumpre tabela na Câmara.
Enquanto a “bancada de fiscalização” muda sua postura, ainda não acreditam que não dominam mais a Câmara de Vereadores. Em especial, Aida Taffarel. Fez mais uma das suas essa semana, imaginando que o cinegrafista estava lhe investigando em plenário. Ficou feio e terá que pedir desculpas. Ainda assim, foi instaurada sindicância para averiguar a situação.
E nisso finalmente as atitudes continuam iguais aos tempos de “bancada da fiscalização”. Aida Taffarel foi denunciada por mentir em plenário que Juliano Polese havia lhe agredido. Agora acusada novamente. O que se espera é uma punição, tal qual foi punida pelo TCE por irregularidades nas contas no tempo de presidência do Legislativo.
Aliás vereadora, já pagou a multa?
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