Ceron conta como o nome de Costinha surgiu como plano B para a sucessão municipal

 

 

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Ao falar sobre o empenho do governo na execução das obras da área da saúde, sobretudo as executadas em Lages, durante a inauguração, no Hospital Infantil Seara do Bem, o governador Raimundo Colombo acabou contando sobre o susto que levou, em novembro do ano passado, quando foi a São Paulo para fazer um check up e acabou tendo de se submeter a uma intervenção para colocação dos stents.

 

Cerom foi fazer uma visita e

ficou internado também

 

Ninguém sabia é que, o ex-deputado Antônio Ceron foi visitá-lo e por insistência de Colombo acabou fazendo também os exames, e se constatou que ele também precisava da mesma intervenção.

 

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Ceron já havia colocado três pontes de safena no final de 2011, e igualmente ficou surpreso com o resultado dos exames e acabou ficando internado para recebeu um stent. Estavam os dois no hospital quando, conversando sobre a situação, Ceron disse a Colombo que era preciso pensar em um plano B para as eleições em Lages.

 

Por que a necessidade de um plano B?

 

É que, sendo ele o candidato posto para concorrer à prefeitura em 2016, pelo PSD, precisa estar bem fisicamente para enfrentar a campanha, tanto que ele coloca sempre a ressalva de que só o fará se sua saúde permitir. Por isso, discutia naquele momento com Colombo a alternativa do partido, caso não se mostrasse em condições de enfrentar uma campanha.

 

 

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Por que a escolha de Costinha?

 

Conta Ceron que ele mesmo citou o nome de Paulo César da Costa como o ideal para concorrer pelo PSD.  Costinha já foi eleito vice-prefeito, justamente de Raimundo Colombo e assumiu como prefeito, em 1992 quando Colombo renunciou para concorrer a deputado.

Portanto, não é sem razão que pertence hoje ao grupo mais chegado ao governador. Foi assim, segundo o que informou Ceron, que surgiu o nome de Costinha como candidato a candidato a prefeito.

 

O que disse Costinha a respeito?

 

 

Tanto que ele chegou a consultar Costinha sobre seu interesse em concorrer ao cargo, mas a resposta que obteve foi uma negativa. “Nem cheguei a me filiar no PSD (ele deixou o PSDB desde que foi chamado para o governo Colombo) justamente para mostrar que não estou interessado em concorrer a nenhum cargo eletivo”, lhe garantiu Costinha. 

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