Para onde foram os aliados?

 

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O candidato ao governo do estado do PSDB pela coligação “Muda Brasil. Muda SC”, Paulo Bauer, chegou com uma hora de atraso no encontro marcado para quarta-feira, no Clube Princesa.

O presidente local do PP, Sandro Anacleto, esteve lá, mas devido ao atraso deixou o recinto antes do candidato chegar. Bauer veio com um avião particular e só.

Pelo visto os candidatos à majoritária não formam caravana em busca do voto. Cada um faz seu próprio roteiro. Pelo menos o candidato a vice, Joares Ponticelli, imaginei que o acompanharia. Organizado pelo coordenador regional da campanha, o vice-prefeito de Otacílio Costa, Silvano Antunes, o evento lotou o Clube Princesa, com a presença de muita gente da região.

 

Aliados não foram recepcionar Bauer

Mas, notou-se a ausência dos aliados. Das lideranças regionais presentes, destacam-se o ex-prefeito de Bocaina do Sul, Osni Flávio de Oliveira e o ex-prefeito de Capão Alto, Tito Freitas. Dos candidatos a deputado, lá estavam Luiz Carlos Pinheiro (PSDB) e Marlene Kayser (PP), candidata a deputada estadual.

Os demais candidatos aliados, Renatinho (PP), Sérgio Godinho (PSB) ou Carmen Zanotto (PPS) nem se deram ao trabalho de ir cumprimenta-lo.

Total é o desprezo pela candidatura a qual emprestaram suas siglas. Em compensação, estão presentes em qualquer manifestação em que esteja o candidato Raimundo Colombo.

Bauer diz que foi ele que mais cresceu nas pesquisas

 

Mesmo assim, não falta entusiasmo ao candidato tucano que acredita ainda numa virada nessa reta final. Para isso, cita eleições passadas em que candidatos viraram a campanha na ultima semana, e as pesquisas, cuja última do Ibope, o elevou dos 10% para 19% das intenções de voto.

 

”Tive um crescimento de 90% enquanto que o principal adversário (Colombo) cresceu apenas 1% (subiu de 40% para 43%)”, disse Bauer.

E completou: “Tenho certeza que haverá segundo turno”. Apesar de dizer que não faz campanha de oposição, mas de proposições, em que destaca como principais propostas a gestão eficiente e redução das despesas não deixou de criticar o adversário.

 

 

Ao ser questionado sobre o que faria por Lages se eleito, ele questionou: “Mas, restou ainda alguma coisa a ser feito?” 

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