Não há nada de ilegal na licitação da vigilância, diz o prefeito

 

“Tem gente que está defendendo patifaria”, disse o prefeito Elizeu Mattos ao tomar conhecimento da denúncia com  relação a contratação da vigilância das creches do município.

Explicou que não há absolutamente nada de ilegal. Aliás, se consertou o que estava ilegal.

Ocorre que, há tempos – desde antes dele assumir –   o serviço de vigilância das unidades do CEIM estava sendo contratada através das CPPs – Conselho de Pais e Professores. Essas recebiam os recursos repassados pela prefeitura e faziam o pagamento. Essa não é a forma correta de se proceder. É irregular segundo o Tribunal de Contas do Estado. “Era uma forma de burlar a licitação”, diz o prefeito

Para regularizar a situação, foi rescindido o contrato e a prefeitura abriu licitação para contratação da nova empresa.

Como ele explica, uma licitação pública é aberta para quem quiser se inscrever e o poder público é obrigado a contratar a empresa que oferecer o menor preço. É claro que o preço não é necessariamente o mesmo daquele pago pelo contrato anterior. Mas, nisso não há nada de ilegal. Pelo contrário, é o que a lei determina.

Ao invés de crítica, a prefeitura tinha de ser elogiada pela atitude, falou o prefeito. “Criticar pelo que está fazendo de errado é uma tarefa dos vereadores, mas não é certo criticar pelo que estamos tentando fazer correto”, disse ele.

 

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