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Hoje à noite (19 horas), o prefeito Elizeu Mattos estará na Acil, onde a convite da direção, fará uma explanação das ações da administração.
Ainda hoje, no decorrer do dia, se reúne com o colegiado determinado a desvendar a situação das obras em andamento. Está insatisfeito com o ritmo de algumas e especialmente no caso das que já receberam ordem de serviço e sequer foram iniciadas.
Está disposto a tomar atitude exemplar, e até rescindir o contrato, se for preciso, para que essas obras aconteçam. Há casos de contatos na área da saúde, cuja ordem de serviço foi entregue há quatro meses e ainda não começou.
É o caso da academia do bairro Santa Mônica que não foi iniciada. Ou de outras obras que não andam, como da UPA (próxima a rodoviária). As empreiteiras acabam pedindo aditivo de prazo e tudo vai se arrastando.
Não é esse o ritmo desejado e planejado pelo prefeito. Tanto que já antecipa: “vou exigir que, durante o trimestre, seja executada no mínimo 10% da obra”, explicou Elizeu.
Isso que nem está se referindo a pavimentação de ruas, pois as empreiteiras têm várias liberadas e é precisa terminar uma para começar a outra. Elizeu não pretende vacilar se tiver de fazer o que fez com a empresa Itajuí, vencedora da licitação para tocar as obras de esgotamento sanitário do complexo Araucária. Rescindiu o contrato e a empresa foi declarada inidônea, o que significa dizer que está na lista negra e não pode se inscrever em licitação pública.
No relatório que o prefeito está preparando para levar à Acil consta que: “entre as obras que estão sendo concluídas, as em execução, as já autorizadas e as por iniciar, totalizam R$ 330 milhões”. Elizeu entende que é preciso levar essas informações aos empresários porque a maioria não sabe o que está acontecendo na administração e é uma oportunidade para mostrar e também ouvir a comunidade.