Da reunião dos Progressistas: não houve definição alguma

A leitura de bastidores sobre o encontro do Progressistas (PP) revela que o partido, embora tenha dado um passo em direção ao governo, mantém o “estilo Amin” de condução: ganhar tempo enquanto o cenário estadual não se estabiliza. O que foi vendido como uma deliberação final, na verdade, funcionou mais como um termômetro interno.

O princípio de tumulto entre Aldo Rosa (secretário-geral) e Amaro Lúcio (ligado a Amin) expõe a rachadura estratégica na sigla: A Ala Governista: Liderada por figuras como Aldo Rosa e Silvio Dreveck, buscava entregar o apoio formal prometido ao governador Jorginho Mello. A Ala da Cautela: Representada pelo entorno de Esperidião Amin, resiste a definições precipitadas, preferindo manter o partido como uma peça valiosa no tabuleiro enquanto o PSD de João Rodrigues não define seu rumo.

O senador Amin reforçou sua marca registrada: a ambiguidade estratégica. Ao sair mais cedo sem apontar um caminho claro, ele permite que as bases se manifestem sem comprometer a cúpula. Para Amin, o encontro serviu como uma pesquisa presencial, confirmando que a maioria dos pré-candidatos prefere a estrutura do governo Jorginho para viabilizar suas campanhas.

Sem uma deliberação formal da executiva estadual, o grupo decidiu reafirmar que o PP permanece na base de apoio na ALESC. Na prática, isso apenas mantém o status quo, já que o partido já ocupa cargos no governo. O apoio oficial para a chapa majoritária de 2026 continua em aberto. A promessa feita por alguns líderes ao governador ainda não possui o peso de uma decisão partidária irrevogável.

2 comentários em “Da reunião dos Progressistas: não houve definição alguma”

    • PSD E MDB também.desapareceram.
      A máscara caiu.
      A turma destes partidos só querem cargos e salários e alguma propinazinha de cez em quando.
      Trabalhar que é bom………..hum

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