A BR-282, especialmente na região de Rancho Queimado, segue cobrando um preço alto em vidas, reforçando a urgência de melhorias estruturais. Por volta das 18h, no km 65 da BR-282, em Rancho Queimado, uma colisão frontal entre uma caminhonete VW Amarok e um caminhão resultou na morte de três pessoas.
A gravidade do impacto foi tamanha que mobilizou uma grande operação de socorro, envolvendo o Corpo de Bombeiros Militar, o SAMU e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Infelizmente, para três das vítimas, o socorro não foi a tempo de evitar o pior.
O km 65, na Grande Florianópolis, é conhecido por ser um ponto crítico da rodovia que liga a Capital ao Oeste catarinense, passando pela nossa Serra. O trecho de Rancho Queimado combina curvas sinuosas, visibilidade muitas vezes prejudicada pela neblina e um fluxo intenso de veículos pesados.
Não é de hoje que motoristas e lideranças regionais clamam por: Terceiras faixas: Essenciais para permitir ultrapassagens seguras em subidas íngremes. Sinalização reforçada: Especialmente em pontos de frenagem brusca. Fiscalização constante: Para coibir o excesso de velocidade em perímetros urbanos e rurais.
Enquanto os projetos de duplicação e melhorias profundas na BR-282 seguem em passos lentos nos gabinetes de Brasília e Florianópolis, as estatísticas de acidentes fatais continuam a crescer. Cada tragédia como a desta terça-feira é um lembrete doloroso de que a infraestrutura da rodovia não acompanhou o volume de tráfego das últimas décadas.

Muito triste, uma mãe jovem e seus filhos, duas crianças.
Isso é frustrante para um dos estado que mais paga impostos.
Governo federal está nem aí para os catarinenses.
Sentimentos aos familiares.
Pouca vergonha e total falta de empatia politizar uma tragédia. Seus sentimentos soam como ironia.
Só podia politizar quando o presidente era o Bolsonaro, né
Hipocrisia dessa petezada
Diferente da esquerda que não gosta da família, e tá nem aí se a família foi dilacerada, o voto de pesar desse patriota aqui é verdadeiro.