Contrato rompido e agora precisa nova licitação para tocar a obra da praça

O ritmo das obras de revitalização da Praça da Igreja do Rosário não condizia com o cronograma esperado. Agora, a confirmação oficial: a empreiteira responsável não suportou o fôlego da execução, o que resultou no rompimento do contrato. A obra começou em ritmo lento e a empresa alegava dificuldades financeiras. Com o rompimento do contrato, o próximo passo da Prefeitura de Lages é a elaboração de um novo edital. A expectativa é que, desta vez, o processo atraia uma empresa com saúde financeira e capacidade operacional comprovada.

O caso da Praça do Rosário reacende um debate antigo sobre a Lei de Licitações. É lamentável que o critério do “menor preço” muitas vezes abra as portas para empresas sem a estrutura necessária para honrar seus compromissos. Empresas que demonstram esse despreparo não deveriam apenas ter seus contratos rescindidos; precisam sofrer as punições legais previstas, como multas e a suspensão do direito de licitar com a administração pública.

Diferenciação Importante: Praça x Igreja

É fundamental que o leitor não confunda os processos. Enquanto a revitalização da praça é uma obra de responsabilidade pública (atualmente travada pelo entrave burocrático da empreiteira), o projeto de reforma da Igreja do Rosário segue um caminho oposto.

O restauro da edificação histórica é um exemplo de engajamento: amparado pela própria comunidade e por frentes que prezam pelo patrimônio, o trabalho na igreja avança sem depender das idas e vindas do canteiro de obras externo.

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