Alguns detalhes da sessão de ontem para discutir o trânsito

 

Durante a sessão especial realizada ontem para discutir a questão do trânsito a vereadora Aidamar Hoffer questionou o secretário de Segurança e ordem Pública, Coronel Paulo Dellajustina, se já estava prevista a implantação de uma Escola Pública de trânsito conforme teria sido aprovado em projeto que criou a estrutura dos agentes de trânsito.

O diretor de Trânsito, Diogo Oliveira lembrou que estava sendo estudada a possibilidade de fazer um convênio para se oferecer o curso.

 

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Mas Aidamar insistiu com o secretário para saber quando iria ser implantada. Queria data e detalhes. Dellajustina ficou irritado com a insistência da vereadora.

Ela então disse que tinha o direito de questionar porque o povo lhe conferiu esse direito. Tinha sido eleita. Dellajustina disse então que ele também não estava ali por privilégio, mas recebeu o convite para ser secretário por seus méritos..

 

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Juliano Polese igualmente questionou o secretário, uma vez que já se passaram nove meses desde que venceram a eleição e ainda não conseguiram apresentar uma proposta convincente. “Você também esteve por um longo tempo na secretaria da Saúde e no período que passou por lá também não fez tudo o que precisava, como vem agora cobrar todas as soluções em apenas seis meses de governo”, respondeu Dellajustina.

 

As sugestões de alguns vereadores:

 

Marião sugeriu que retornasse o Programa de Trânsito Humanizado, em que o motorista infrator teria como pena a participação em curso de orientação ao trânsito.

 

Elói entende que a implantação de rótulas é uma alternativa. No caso da sinaleira do Coronel Cordova sugere a colocação de um corrimão para obrigar a travessia do pedestre apenas na faixa.

 

João Alberto entende que ao invés de locar as lombadas eletrônicas cuja locação é cara e complicada, a prefeitura poderia adquirir as lombadas.

 

Marcius sugere a colocação de muretas em frente aos colégios, também para controlar melhor a travessia dos alunos

 

Gotti dos Grampos entende que a alternativa são as lombadas físicas. Lembrou que entre a 7 de setembro e a Caldas Júnior foi implantada uma e reduziu em 80% os acidentes.

 

David Moro também defende a implantação de lombadas físicas.

 

Aidamar Hoffer entende que só pela educação haverá mudanças e por isso a necessidade da Escola Pública de Trânsito.

 

Chagas disse que o sistema de trânsito de Lages é antigo e não acompanhou a modernização. Disse que tem agente de trânsito que não toma banho e anda até com a farda suja. E o que é pior “eles não obedecem a hierarquia”. São avessos a receber ordem. O próprio secretário admitiu que tem dificuldades com isso.

 

Polese cobrou solução visto que o tempo para planejar já passou.

Rodrigo lembrou que foi o próprio estudo do trânsito que apontou a necessidade dos agentes para cuidar do trânsito e agora a atividade está sendo regulamentada.

 

Um recado

 

UM recomendação feita pelo Tenente Coronel Adilson Moreira a respeito da criação da Guarda Municipal.

Disse ele:

“Não pense que apenas com as multas será possível manter a Guarda Municipal”.

 

Lombadas

 

Diogo Oliveira informou que foram encomendados estudos para implantação da lombadas e dentro de 30 a 45 dias estarão concluídos.

Vale a pena recuperar o Ivo Silveira?

 

 

Não entendi o porquê de um grupo de desportistas estar se mobilizando para fazer uma manifestação pela manutenção do ginásio Ivo Silveira. O ginásio não pode ser mais utilizado porque está em situação precária a ponto de ser interditado pela Defesa Civil.

A reforma não resolve porque não há espaço para as mudanças necessárias. Se for apenas pela sua história, não dá para pensar em preservar toda a edificação velha e deteriorada apenas por saudosismo

Acho que até seria irresponsabilidade gastar um dinheirão para reformar um ginásio que não serve para sediar disputas oficiais. A reforma custaria mais caro que fazer um novo.

Problemas no estudo anterior exigem que se repense o trânsito de Lages

 

 

A respeito do comentário da coluna de ontem sobre o trânsito, o secretário de Segurança e Ordem Pública, coronel Paulo Dellajustina observou que a intenção é fazer certo, por essa razão é que foi à Florianópolis nos departamentos de Trânsito da Ufsc e Udesc visando buscar uma equipe de competência para fazer o estudo do trânsito de Lages, sem o que não é possível executar nenhuma mudança.

Quanto ao meu questionamento relativo ao aproveitamento do estuda da Profuzzy, Dellajustina observou que a primeira coisa que fizeram foi buscar tais estudos para analise e avaliação, mas descobriu-se que o Tribunal de Contas tinha indeferido o projeto porque não tinha assinatura de um engenheiro de trânsito.

 

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“Aqui em Lages não temos nenhum engenheiro de trânsito e por essa razão fomos à universidade federal e a Udesc”, explicou o secretário, entendendo que ao fazer novas alterações não poderá se cometer o mesmo erro da administração anterior.

 

Técnicos estarão amanhã em Lages

 

Amanhã estará em Lages uma equipe de engenheiros da Udesc que também analisará o projeto da Profuzzy, para ver é possível aproveitar alguma coisa, ou será necessário fazer um reestudo. Entre as falhas apontadas pelo tribunal, segundo Dellajustina, além da falta de um profissional credenciado está a de que o projeto não atendeu a resolução 336, do Conselho Nacional do Trânsito – Contran.

Essa resolução trata da proibição a utilização de tachas e tachões, transversalmente em vias públicas, como sonorizadores ou redutores de velocidade. Ai entra a dificuldade que a prefeitura encontrou na elaboração do edital para a implantação das lombadas eletrônicas que por três vezes foi barrado pelo TCE.

Ele lembra que nenhuma alteração do trânsito pode ser feita sem projeto, tanto que recentemente foi encomendado um deles para a implantação de sinalização completa em toda a cidade, tanto vertical quanto horizontal.

 

“Nossa preocupação é fazer, e fazer bem!”, disse o secretário, observando que há normas específicas que precisam ser observadas na questão do trânsito e que hoje estão sendo ignoradas, por exemplo, na própria sinalização horizontal ora existente.

 

Polícia Ambiental esclarece a respeito da caça ao javali

 

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Desde 2010, existe a portaria estadual 004, que permite a caça de
javali. Mas, para a caça ser permitida é preciso autorização para
transportar a arma, que deve estar registrada.
Quem tiver interesse em abater o animal, que destrói lavouras com sua
força, é preciso levar a documentação na Polícia Ambiental com o
pedido de abate, descrevendo o local e o nome de um atirador
profissional para fazer o serviço.
Depois da polícia permitir o abate, a pessoa precisa levar o documento
para a Polícia Federal ou para o Exército. Somente associados a clubes
de caça e tiro levam a documentação para o Exército.
Os dois órgãos examinarão a legalidade da arma. Se tudo tiver certo é
emitida a guia de transporte definindo o dia e local que a arma pode
transitar legalmente.
Depois disso, o abate pode ser feito. A Polícia Militar Ambiental
ressalta que a carne de javali não pode ser vendida por ser espécie
exótica e nem consumida, por se tratar de carne de porco e ter
possibilidade de causar risco à saúde humana.
A Polícia Ambiental verifica, depois do abate, se a carne foi
enterrada no local que foi permitida a caça. Segundo informações da
Polícia Ambiental, neste ano 12 permissões foram concedidas, o que
representa um número pequeno diante da quantidade de javalis na
região.

Obras da SC 390 iniciam quinta

 

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Foto: Fábio Ramos

A reforma da rodovia que liga a BR 116 a Campo Belo do Sul começará na próxima quinta-feira, dia 4 de julho. Com essa boa notícia, o Secretário de Desenvolvimento Regional, Gabriel Ribeiro, iniciou seu pronunciamento na Câmara de Vereadores de Capão Alto, ontem à noite, quando falou sobre as ações que o Governo do Estado está realizando no município.

“A SC 390 (nome da estrada) é a porta de entrada de Capão Alto e dos demais municípios da Região dos Lagos, e sua revitalização representará mais conforto e segurança para a população, abrindo novos caminhos para o desenvolvimento”, disse o secretário.

As obras do trecho de 32 quilômetros estão orçadas em R$ 31 milhões, somando o valor aplicado no projeto geométrico. A ordem de serviço será assinada pelo governador Raimundo Colombo em Campo Belo do Sul.

A espera da bate-estaca

 

As obras da UPA, ao lado da rodoviária ainda não deslancharam porque, segundo informação, a empreiteira está aguardando a vinda de um bate-estaca (não existe em Lages) para fazer a fundação.

O solo no local é muito instável e por isso que o projeto foi refeito. 

Para inchar ainda mais a máquina!

 

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Vereador Adilson Appolinário sugeriu que a administração municipal crie subprefeituras em algumas regiões da cidade para melhor atender a população.

Não entendo que isso possa melhorar o atendimento. Apenas criará mais cargos comissionados e nada mais, pois o que se precisa para atender à população são especialmente máquinas para melhorar as ruas e estrutura da saúde. 

Para inchar ainda mais a máquina!

 

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Vereador Adilson Appolinário sugeriu que a administração municipal crie subprefeituras em algumas regiões da cidade para melhor atender a população.

Não entendo que isso possa melhorar o atendimento. Apenas criará mais cargos comissionados e nada mais, pois o que se precisa para atender à população são especialmente máquinas para melhorar as ruas e estrutura da saúde. 

Descrédito é geral

 

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Analistas de plantão avaliam as últimas pesquisas proclamando a queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff.

Mas é preciso fazer a leitura correta: nenhum dos políticos que forem avaliados pôs manifestação nas ruas terá boa avaliação. A queda não é da presidente Dilma, mas da classe política em geral.

Essa foi notícia nacional

 

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O deputado federal Jorginho Melo convocou uma reunião da bancada do PR na Câmara dos Deputados, em Brasília, onde propôs a mudança do nome do partido para PRD: Partido Republicano Democrático.

Ele, que havia consultado uma numeróloga, também sugeriu a troca do número 22 para 33. Tentando convencer que o atual não tem perspectiva de poder. No rol das mudanças Jorginho entende que até as cores do partido deve mudar para verde claro, azul e branco.

Por pouco os seus partidários não sugeriram a mudança da presidência estadual do PR em SC. Mas, preferiram ignorar