
O prefeito Elizeu Mattos entregou agora a pouco a ordem de serviço à empresa CCL, para a execução de obras nas ruas Pernambuco, Piauí, Ceará e Alagoas, nos bairros São Cristóvão e Sagrado Coração de Jesus.
Ainda hoje, constam de sua agenda:
• Às 15h ocorrerá a entrega de Licença Ambiental de Operação (LAO) do Sistema de Tratamento de Esgoto Sanitário – ETE do Caça e Tiro –, saneamento básico de Lages, pela Fatma, na Sala de Reuniões do Gabinete do Prefeito.
• Às 16h30min haverá reunião na Secretaria Municipal de Águas e Saneamento (Semasa) com a presença de investidores do Lages Garden Shopping. Em pauta, a Estação de Tratamento de Esgoto e o “tronco” – extensão do coletor de esgoto da Ponte Grande.


Uma das preocupações do prefeito Elizeu Mattos se refere as obras da Avenida Duque de Caxias. Ocorrer que os recursos do Badesc para a execução das obras tem data para serem utilizados: até dezembro. Seguramente não ficará pronta até essa data visto que nem os postes foram retirados pela Celesc para fazer a fiação subterrânea.
A Câmara de Vereadores aprovou projeto do executivo denominando “Avenida das Flores”, a via urbana composta pelas duas pistas paralelas situadas sob a faixa de domínio da Linha de Transmissão LTJLA-LAGES, com início à Rua Emílio Blunn, no Bairro Bates, cruzando a Rodovia Federal BR-282 e findando à Rua Bruno Luersen, no Bairro Jardim Panorâmico.

O vereador João Alberto Duarte quer saber o número de exames que a Secretaria da Saúde encaminha mensalmente aos laboratórios. Informa que muita gente está chegando com o pedido de exame e os laboratórios estão se recusando a fazê-los. Ele pergunta se há limite de exames/mês.
Outro problema que João Alberto levantou é que muitas vezes as pessoas pegam o exame e o laboratório esquece de dar baixa, ficando no registro como se não fosse feita a retirada. Referia-se ao caso do excessivo número de exames não retirados divulgados pela secretaria na semana passada.
Vereador pediu urgência ao gerente regional da Celesc da colocação de postes de iluminação no trevo da Avenida Manoel Antunes Pessoa, entroncamento com a SC 114 antiga 438, na saída para São Joaquim. O autor do pedido, Rodrigo Silva lembrou ainda de um projeto que seria realizado naquela região para a construção de um novo acesso, iniciando na Penha.
O assunto vem bem a propósito considerando que estamos a pouco mais de uma semana do Dia de Finados. Refiro-me a questão levantada pelo vereador João Maria Chagas quando a preocupação com o custo do sepultamento nos cemitérios locais.
Aumento de 400%
Dizia ele, dias desses, na Câmara, que não sai por menos de R$ 4.300,00 pois, “um terreno na Penha está custando R$ 1.800,00 e o caixão não sai por menos de R$ 2.500,00. Na administração passada houve um aumento de 400% no preço da concessão dos terrenos,” reclamou Chagas.
Falou inclusive da qualidade dos caixões cedidos pela prefeitura: “se o defunto fosse meio gordo era preciso amarrar para não cair com tudo” contou ele.
Deve ter sido verdade, pois Chagas trabalhava na Secretaria do Meio Ambiente naquele período.
Máfia do cemitério
O vereador Luiz Marin contestou uma vez que foi em sua gestão no Meio Ambiente que ouve o reajuste. Explicou que as famílias enlutadas eram exploradas quando procuravam um terreno no cemitério da Penha.

“Havia pessoas que compravam a concessão de vários terrenos, que custavam apenas R$ 49,00 e acabavam vendendo por dois, três e até quatro mil para as famílias que iam procurar espaço. Esse reajuste foi feito para acabar com essa Máfia do Cemitério”, disse Marin.
Mas não significou que as famílias carentes ficassem desassistidas pelo poder público. “Fechamos um acordo com o Cemitério da Paz para enterrar lá os carentes sem nenhum custo para a família”, garantiu Marin, observando também que na ocasião foram feitas as carneiras verticais, ou gavetas, que são cedidas gratuitamente. Esse assunto ganhou espaço nas emissoras de rádio locais por diversas vezes nas duas últimas semanas.
Curitibanos revive um dos mais trágicos incidentes decorrentes da Guerra do Contestado. Nesta quinta-feira (26 de setembro), completam 99 anos do incêndio que destruiu diversos registros históricos do Município. Em alusão à data, haverá ato público, em frente ao Museu Histórico Antonio Granemann de Souza, às 15 horas e palestra com o historiador Dr. Paulo Pinheiro Machado na Secretaria de Educação e Cultura, às 19 horas.
Em 26 de setembro de 1914, a cidade foi atacada por um grupo de jagunços, que tinham apoio de inimigos do Coronel Albuquerque, superintendente do município. De acordo com relatos históricos, a intenção do grupo era matar o coronel, que havia fugido para Blumenau. Como não o encontraram, atearam fogo em casas, prédios públicos e estabelecimentos comerciais.
Motivado por vingança pessoal entre os irmãos Sampaio e Pereira contra o coronel Albuquerque, o ataque resultou na destruição de 18 casas, dentre elas, a casa do coronel, a Intendência Municipal, Estação Telegráfica, cinco estabelecimentos comerciais e a Cadeia Pública. Também foram destruídas as instalações do jornal “O Trabalho”, de propriedade do coronel Albuquerque. A casa onde funcionava o Cartório não foi queimada porque era alugada, de propriedade de um simpatizante dos jagunços. Foram poupadas, também, as casas que tinham fotos do Monge João Maria.
A operação foi tão bem preparada que não houve nenhuma morte, porém, os danos foram enormes, pois se perdeu praticamente toda a documentação existente até então e a violência representou um grande atraso para a cidade. Em 1937, 23 anos depois do incêndio, apenas 35 novas casas haviam sido construídas.
O governador Raimundo Colombo assinou no final da tarde de hoje, decreto de situação de emergência em 50 municípios catarinenses por conta da chuva que atinge o Estado desde o fim da semana passada.
O decreto 1.753 será publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira e ficará em vigor por 180 dias. O principal objetivo do decreto, de acordo com Colombo, é garantir que os órgãos de Defesa Civil e as prefeituras possam atuar na recuperação dos prejuízos da forma mais ágil possível para o atendimento emergencial às pessoas afetadas pela chuva.
“Os órgãos de Defesa Civil e as prefeituras poderão comprar, sem o processo burocrático de concorrência pública, remédios, alimentos, equipamentos e utensílios domésticos e contratar máquinas para tirar bloqueio nas estradas. É um procedimento que agiliza todo o processo de atendimento às pessoas”, explica Colombo.
Os 50 municípios onde foi decretada situação de emergência pelo Governo do Estado são:
Agrolândia
Agronômica
Apiúna
Atalanta
Aurora
Bela Vista do Toldo
Blumenau
Bom Retiro
Braço do Trombudo
Brusque
Camboriú
Campo Erê
Canoinhas
Caçador
Curitibanos
Gaspar
Guaraciaba
Guaramirim
Ilhota
Indaial
Irineópolis
Ituporanga
Jaraguá do Sul
Joinville
Lages
Laurentino
Lontras
Papanduva
Pouso Redondo
Porto União
Presidente Getúlio
Rio do Oeste
Rio do Sul
Rio Negrinho
Rodeio
Saltinho
Santa Terezinha do Progresso
São José dos Cedros
São Miguel do Oeste
Serra Alta
Taió
Tangará
Timbó
Timbó Grande
Três Barras
Trombudo Central
Urubici
Videira
Vitor Meirelles
Witmarsum