Depósito foi confirmado

 

A primeira parcela do Apoio Financeiro aos Municípios (AFM) foi depositada na manhã de ontem. O recurso no valor de R$ 3 bilhões, divididos em duas parcelas, é  uma conquista da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e do movimento municipalista nacional.

Em reunião do Comitê de Articulação Federativa (CAF), na manhã desta quinta, a ministra da Secretária das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, anunciou a efetivação do repasse que havia sido prometido pela presidente da República, Dilma Rousseff.

O pagamento do primeiro R$ 1,5 bilhão foi feito pelo Banco do Brasil, seguindo os mesmos critérios de distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Bibliotecária na Câmara

 

Ao verificar a listagem dos funcionários da Câmara constatei que  dispõe de uma bibliotecária. O que me pergunto é: qual a função que essa profissional exerce na verdade, uma vez que a Câmara não tem biblioteca. O salário é de RS 1.393,12.

 

Não há bibliotecária

 

Segundo o que informou a assessoria da Câmara esse cargo estava previsto nos quadros do legislativo, mas não foi preenchido.

Portanto não há bibliotecária

 

Há quem afirme  que:

 

EXISTIA BIBLIOTECA E FUNCIONAVA COM UMA FUNCIONARIA EMPRESTADA PELA PREFEITURA QUE HOJE ASSESSORA VERADOR THIAGO,BEM COMO RADIO WEB QUE FORAM GASTOS UMA QUANTIA RAZOAVEL,MAS NA WEB NAO SE LOCALIZA A TAL RADIO O MESMO OCORRENDO COM MUSEU DA IMAGEM E DO SOM QUE FORAM GASTOS UMA FORTUNA EM FILMAGES E ENTREVISTAS E NAO SE SABE ONDE ESTA ESSE ACERVO EM SE TRATANDO DE MUSEU E TENDO SIDO GASTOS UMA BOA QUANTIA,PODE SE OBSERVAR QUE SE RELAMENTE FOI GASTO FOI DINHEIRO JOGADO  FORA,POR QUE NA DATA DE HJ NAO EXISTE RADIO WEB,NAO EXISTE BIBLIOTECA E MUITO MENOS MUSEU DA IMAGEM E DO SOM.

Uma nova área industrial

 

Com referência ao comentário a respeito da empresa que queria um terreno e o secretário do Desenvolvimento Econômico, Luís Carlos Pinheiro teria dito que se fosse para Correia Pinto não seria ruim, ele explicou que não mandou a empresa em questão ir para Correia Pinto, “pois o proprietário veio me informar que já tinha tomado a decisão de aceitar o terreno que lhe foi oferecido lá”.

De qualquer forma a reivindicação da empresa era um terreno em Lages.  O lapso não vem ao caso uma vez que não tendo terreno Pinheiro ofereceu outra solução. Lembra que o empresário foi bastante rude porque em 2010 haviam lhe garantido a terreno, mas que sequer tinham sido feito o protocolo.

Desta vez, já no final de julho, a serralheria preencheu a ficha técnicas e queria que fosse atendido de imediato. Segundo Pinheiro existem outras formas da prefeitura ajudar as empresas que não seja doando terreno, as chamadas compensações que foram agora oferecidas a serralheria.

Por exemplo: a empresa compra o terreno e a prefeitura ajuda na infraestrutura. O certo é que  hoje não há terreno disponível . “Estamos fazendo a reversão de 10 a 15 terrenos que foram doados para empresas que não deram a destinação correta”, explicou Pinheiro.

 

O PISC

Fora isso não há outros. No caso do Parque de Inovação – Pisc -, embora seja uma área prevista de quase 8 milhões de metros quadrados, até agora foram desapropriados apenas um milhão e 600 mil metros para a Sinotruk e as empresas que virão com ela. Conta Pinheiro que já está de olho em outro espaço para criar uma nova área industrial, “mas isso demanda disponibilidade de recursos, uma vez que é preciso dispor de toda a infraestrutura necessária”, disse ele.

Sábado acontece a 2ª Cavalgada da Associação Tradicionalista

 

 

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Neste sábado (24) acontece a 2ª Cavalgada da Associação Tradicionalista Cultural e Gaúcha em parceria com Prefeitura de São José do Cerrito. O evento terá início às 7h30 com café da manhã para os participantes no parque de exposições da cidade. A saída está marcada para as 8h com destino a Capela São José.

A expectativa é reunir mais de 150 cavaleiros, que percorrerão cerca de 30 quilômetros. O vice-presidente da Associação, Sandro Batista destaca que “o evento será realizado até o final da tarde com show e sorteios, todos os interessados são convidados a participar”.

Trem descarrilhou na Coxilha Rica

 

 

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Na tarde de hoje, três vagões da empresa América Latina Logística (ALL), carregados de álcool, descarrilharam e tombaram em Lages. O combustível estava indo para Vacaria, no Rio Grande do Sul e tinha como destino final a cidade de Canoas.
 
A Polícia Militar Ambiental esteve no local para verificar os danos ambientais do acidente. Cada vagão carregava 44 mil litros de álcool, e, somente um deles vazou. A quantidade que saiu do vagão está sendo apurada, mas quase todo o conteúdo vazou.
 
O rio Caveiras fica em torno de 800 metros do local, mas o combustível não caiu próximo. O álcool que vazou ficou contido em apenas uma área de fissura de rocha.
 
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A empresa ALL fez uma contenção emergencial para precaver maiores danos ambientais. E, uma empresa do Rio Grande do Sul, especializada neste tipo de ocorrência, chega na noite de hoje (12/09), para tirar o combustível do local.

Como a área é de nível federal, a Polícia Ambiental encaminhará relatório para o Ibama que já sabe do caso e instaurará os procedimentos necessários.

 

A audiência pública sobre o curso de medicina

 

A Câmara lotou hoje, na audiência pública para discutir a implantação do curso de Medicina no CAV.

 

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 Os estudantes foram acompanhar os debates

 

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E  algumas autoridades foran falar a respeito

 

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Lá estiveram: o Vice-prefeito Toni Duarte (na tribuna), o representanre da União dos Estudantes, o direro do Hospital Luiz Alberto Suzin, o presidente da Amures, Pe. Edilson; o secretário Regional Gabriel Ribeiro. o presidente da Câmara…

 

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O presidente da Uveres, Ariovaldo; o tesoureiro da OAB e o diretor do CAV, Cleimon Dias. Faltou um representante da Associação Médica da Serra.

 

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Até esse cidadão, um tanto prejudicado pela bebida, quis dar seu pitaco com relação ao assunto. 

 

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E os vereadores compareceram quase em peso.

 

 

A audiência foi uma proposição do vereador Marcius Machado. 

O secretário Gabriel destacou que há disposição para implantar o curso e no que depender dele será companheiro nessa luta.

 

 

Um grande desafio

 

O diretor do CAV, Cleimon Dias observou que “é uma ousadia que tem grande chance de não dar certo, mas também tem grande chance de dar certo.”

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Para dar certo, disse ele, é preciso que seja um projeto da cidade, todos têm de estar envolvido no processo.

Disse também que esse curso não está no planejamento da Udesc, mas o momento é propício, já que há uma proposta de incentivo à criação de novos cursos, o governador  é lageano e  está se fazendo investimentos na área da saúde com a ampliação das unidades existentes.

Lembrou que o Conselho Universitário da Udesc já aprovou quatro projetos para o campus do CAV:  os cursos de Biologia, de Geologia, Zootecnia e Técnico de Fabricação Mecânica e nenhum foi implantado ainda. Depende de recursos.

Segundo Cleimon, hoje o governo repassa para a Udesc R$ 250 milhões por ano e precisaria mais 10% desse valor, ou seja, um miléssimo dos recursos livres do Estado, para abrir o curso.

Claro que para a cidade, a implantação do curso teria repercussão na economia e um efeito multiplicador. “Também já temos uma estrutura hospitalar que pode servir de suporte”, disse ele.  Citou que o campus do CAV já dispõe de alguma estrutura, como laboratórios de base e as salas de aula.

 

Os jovens do interior também tem sonhos

 

O presidente da Amures, Pe. Ediilson lembrou que os prefeitos vivem um drama porque faltam médicos e não conseguem cumprir com as promessas de campanha de melhorar o atendimento à saúde.

 

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“Sabemos que os médicos fazem juramento, mas quem paga mais leva”. Por isso não vão para o interior.

 

Citou que os jovens das pequenas cidades também sonham em poder fazer o curso de medicina. Na Uniplac não podem disputar uma vaga porque não podem arcar com o custo.

Sugeriu que fosse criado na região um grande anel da saúde, com o governo  equipando e ajudando os cerca de 10 pequenos hospitais dos municípios, como o de Campo Belo, que hoje estão agonizando.

 

Mais médicos

O vereador Juliano Polese aproveitou para mandar um recado à secretária da Saúde para que inscreva Lages no programa Mais Médicos, ” e só assim terá também direitos a pleitear mais recursos”.

 

Abaixo-Assinado

Duas propostas foram tiradas da audiência:

Gerson sugeriu que já na segunda-feira se reunam todos para discutir a elaboração de um projeto para ser entregue ao governador.

O vereador Domingos falou na elaboração de uma grande campanha para se obtrer um abaixo-assinado para ser entregue às autoridades.

 

Contudo, os vereadores não têm muito argumento para fazer um abaixo-assinado. Não esqueçam que no ano passado solenemente ignoraram um com 12 mil assinaturas.

Ibama veta projeto da Pai Querê

 

Recentemente o governador Raimundo Colombo foi a Brasília, para conversar com o presidente do Ibama a respeito da licença para execução da Usina Hidrelétrica Pai Querê. Veio de lá otimista, dizendo que teria dado sinal positivo e que em breve seria emitida a licença. Hoje recebemos a informação de que teria vetado o projeto.

 

 

 

Festa do Pinhão: organização ouve sugestões da comunidade

 


O seminário para discutir a Festa do Pinhão reuniu hoje à tarde, na CDL, cerca de 60 pessoas.

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Foi aberto com uma palestra do presidente da Santa Catarina Turismo (Santur), Valdir Walendowsky. Ele destacou que o circuito das festas tem sido a marca de SC, cada um mantendo suas tradições e cultura. Lages tem de deixar sua marca com uma festa que dê ênfase a sua tradição. Isso é originalidade:

 “O original é diferente, portanto, o sucesso de um evento depende de sua originalidade e, para transformar Lages em um polo regional em turismo de eventos, é necessário priorizar as características da Festa do Pinhão”, disse ele.

 

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O coordenador da festa, o vice-prefeito Toni Duarte destacou que  a organização da festa “não pode ficar restrita a um grupo de pessoas, por isso abrimos a possibilidade de a sociedade participar, ouvindo suas opiniões, focando na qualidade”, ressalta.

 

“Um evento deste porte, para dar certo, precisa ter o envolvimento das pessoas e a gestão compartilhada é fundamental”, declara o secretário de Turismo, Flávio Agustini. Segundo ele, quanto mais se ouve sugestões, orientações e novas ideias, os índices de erros diminuem gradativamente.

 

Os questionamentos e sugestões serão recolhidos e analisados pela organização da Festa do Pinhão e a ouvidoria continuará aberta até a 26ª edição do evento, através do site http://www.festadopinhao.com/. “Esta é a primeira de uma série de escutas. As demais serão direcionadas a segmentos específicos”, afirma o diretor de Políticas Culturais da FCL, Gilson Máximo.

Certificação do queijo serrano

 

Um grupo de pesquisadores do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages está pesquisando a qualidade e certificação do queijo artesanal serrano, produzido na região. Os pesquisadores têm até o dia 23 de setembro para enviar o projeto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) solicitando o financiamento da pesquisa.

O projeto está sendo finalizado por sete pesquisadores da Udesc Lages: Lídia Cristina Piccinin, Eliana Vaz, Cristiane Batalha, Loredana d’Ovidio, Sandra Ferraz, Gilberto Massachi Ide e Andre Talher.

A pesquisa analisará a qualidade da água da propriedade rural, o leite cru utilizado e o queijo. O grupo de pesquisadores calcula que o desenvolvimento do estudo levará 36 meses a um custo variável de R$ 300 mil a R$ 600 mil.

Resposta à nota publicada

 

 
 
Com relação à matéria publicada no Jornal Correio Lageano, quarta-feira  11 de setembro de 2013 e no site da repórter OLIVETE SALMORIA, terça-feira 10 de setembro de 2013 onde a mesma aborda o tema sobre hipotéticas manifestações em nome de toda uma instituição. Eu, como aluna do curso de Medicina Veterinária, venho apresentar as seguintes considerações e perguntas:
 
Sim, os estudantes, não só do curso de Veterinária, estão indo à Câmara para discutir a implantação do Curso de Medicina no campos local da UDESC. E não, esses estudantes não se “posicionam frontalmente contra a implantação do curso”. Como a universidade em questão é a qual esses acadêmicos usufruem, nada além de um dever e direito participar das reuniões que decidem o futuro da nossa universidade. E  falo nossa universidade como cidadã que paga os impostos.
 
Nós alegamos que nosso Hospital Veterinário sofre com falta de medicamentos e estrutura, e não de médicos, ressaltamos a falta de espaço físico para os 4 cursos já estabelecidos, também a falta de materiais básicos, como sabonetes e papel toalha nos banheiros, a queda de luz constante devido a superutilização da instalação elétrica precária aonde em laboratórios de pesquisa é necessário o revesamento da utilização dos mesmo. Mas não posso generalizar , como foi feito em tal reportagem, que todos os alunos pensem assim e que sejam a maioria. Precisamos de muitas melhorias isso foi uma reivindicação devidamente feita no ultimo protesto que os universitários realizaram.
 
Eu, uma aluna do CAV, alego que pode vir o Curso de Medicina, assim que as exigências anteriores sejam cumpridas, as quais estamos no aguardo. Assim, com uma estrutura básica de qualidade o Curso de Medicina será bem vindo como também será um grande investimento para o futuro do país. Mas novamente reitero que se os problemas atuais não forem resolvidos, de nada adiantará trazer mais um curso para a universidade, curso este que precisa ser de altíssima qualidade e ter estrutura ímpar, enquanto os cursos deste campus em questão precisam de atenção IMEDIATA quanto às questões de verbas e estrutura, não só dos laboratórios, mas também de salas de aula.
 
 
Em relação aos dados apresentados na reportagem, da onde provem os mesmos? De onde foi retirada a informação de que 99% dos estudantes são de outras regiões? Esta é uma das únicas reportagens que lembrou que os estudantes do CAV fazem diferença no progresso da cidade de Lages, afinal cansamos de ser tachados de bagunceiros, festeiros e vagabundos. Na hora que lhes convém lembram que nós estudantes do CAV que movimentamos o comércio dos bairros Conta Dinheiro e Coral e também o comércio em geral da cidade.
 
 
Usarei um pouco de sua expressão, o interessante que em época da Festa da Nona, muitos reclamam do barulho causado em um dia do semestre, mas ninguém divulga que todo alimento arrecadado é doado para famílias carentes e instituições. Uma parte da população e os meios de comunicação também esquecem que o HCV atende os animais da cidade a preço de custo, curioso que o Programa  Amigo do Carroceiro feito nas dependências do CAV ajuda centenas (?) de trabalhadores lageanos que tiram seu sustento da reciclagem do lixo com o auxilio da tração animal, o setor de solos faz analises de solos pra muitos produtores da região. E por coincidência, no mesmo dia em que esta reportagem foi publicada, novamente nem um pouco imparcial, o Centro Estudantil de Medicina Veterinária, o qual faço parte, com o auxilio do HEMOSC, fez uma campanha e levou os universitários para realizar a doação de sangue e medula óssea, uma ação conjunta entre os acadêmicos e HEMOSC para ajudar o próximo
 
Não somos um ‘bando de bêbados baderneiros’ que matam aula, somos estudantes preocupados com a qualidade de ensino e de formação, queremos ter a oportunidade de receber um ensino de qualidade, e de ter uma estrutura igualmente boa para que possamos nos tornar profissionais de excelência e não apenas para pendurar um diploma na parede. Se estamos realizando cobranças de melhoria, é porque realmente é necessário, e são nossos direitos previstos pela CONSTITUIÇÃO.
 
 
A universidade é ESTADUAL, ou seja, PÚBLICA. Todos têm o direito de ingressar não importa se é do litoral, da serra, no interior, do sul, do norte, do oeste, do leste ou de outro estado. (nunca contestei esse direito)
 
 
 
Fernanda Michereff Hess, 20 anos – Aluna de Medicina Veterinária UDESC-CAV
 
OBS:  Fernanda você estrapolou ao assunto abordado. Não citei que são “um bando de bebados” ou das reclamações da comunidade quanto ao barulho ou dos programas que o CAV desenvolve, que alias são poucos em relação ao tamanho da instituição.