PROS terá a maior bancada da Câmara

 

 

O vereador Eloi Bassin solicitou que se aguardasse até amanhã para informar a respeito do novo partido, o PROS, que se oficializa nessa terça-feira, mas como o vereador Filício confirmou hoje…. Esqueceram de pedir para ele não soltar a informação antes disso.

 

Já assinaram ficha do partido o Filício, o primeiro e quem deve presidir a sigla; o vereador Adilson Appolinário e Elói Bassin, e o pastor Mendes que pediu prazo até amanhã para decidir.

 

O PROS se somará aos partidos de base de sustentação da administração.

 

Elói Bassin, assim como os dois vereadores do PSD (Appolinário e Mendes) não estavam satisfeitos da forma com que estava acontecendo os posicionamentos dentro dos partidos. Não eram ouvidos para nada mais cobrados por tudo.

 

A bancada de situação passará a ser integrada por sete partidos e 14 vereadores.

Amures reforça pedido pelo curso de Medicina

 

 

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Foto: Oneris Lopes

O presidente da Amures prefeito de Campo Belo do Sul, Edilson José de Souza entregou ao governador Raimundo Colombo ofício assinado pelos 18 prefeitos da Serra Catarinense pela implantação do Curso de Medicina, no campus da Udesc de Lages.

A solicitação de atenção especial teve como justificativa uma série de fundamentações. E o governador disse ser uma ótima ideia e que fará o que puder para ajudar.

 

Mensalidade muito alta

Dentre as justificativas dos prefeitos, está o fato do único curso de graduação de Medicina disponível na região ser vinculado à Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e o valor da mensalidade ser R$ 3.057,41, não sendo acessível à grande maioria acadêmica. A carência de médicos na região e o Programa Mais Médicos que prevê a expansão do número de vagas de medicina e de residência médica, além do aprimoramento da formação médica no Brasil, também foram considerados pelos prefeitos ao governador.

 

Já tem os laboratórios

 

Os prefeitos argumentam ainda, que o campus da Udesc/Lages já possui infraestrutura básica de laboratórios que podem ser utilizadas na formação acadêmica de futuros profissionais médicos. Que Lages é um polo universitário com mais de 12 mil estudantes de graduação, pós-graduação e especializações e que há uma grande mobilização social pelo curso de medicina.

 

Percentual não será alterado

 

O que explicou o governador é que, o Estado repassa R$ 23 milhões por mês para a Udesc aguarda um parecer técnico sobre a viabilidade de condições do novo curso. Raimundo Colombo chegou a comentar ser “um sonho” o curso. Mas foi taxativo ao afirmar que, o repasse do percentual constitucional à Udesc não será alterado.

 

Faltam prioridades, diz o governador

 

“A Udesc tem de fazer gestão com os recursos que são repassados. Todo mês cresce, porque a arrecadação cresce. Não sei se falta gestão, mas creio que faltam prioridades. O curso de Medicina é uma delas e como a Udesc não tem nenhum curso de medicina no Estado, somos favoráveis a esta proposta”, comentou o governador.

A sucessão na Câmara

 

 

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 O vereador Marcius Machado decidiu pela saída do PPS e ingresso no PR mesmo correndo o risco de perder o mandato. É um político decidido e para atingir seus objetivos não se intimida diante dos obstáculos. Como ele tem mandato a legislação só admite a mudança de partido em dois casos: se for expulso do partido ou se for para ingressar em outro que esteja sendo criado. Foi o caso do vereador Filício.

 
A presidência
 

Na Câmara já está em discussão a quem caberá à presidência da casa no ano que vem. Pelo acordo, Marcius Machado era o próximo, mas como era uma negociação dos partidos aliados e ele não está mais no PPS, há quem aposte que Anilton Freitas fique por mais um ano. Afinal, ele precisa renunciar o cargo para que outro seja eleito.

 

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Anilton Freitas diz que o PPS é que deve dizer o que deve ser feito, pois pelo acordo seria a sua vez de presidir a Câmara. O presidente do PPS, Toni Duarte, garantiu  que comunicará hoje à direção da Câmara o desligamento de Marcius do PPS. Sendo assim entende que ele não tem nada mais a opinar nesse caso, pois ficou sem representação no legislativo.

A sucessão na Câmara

 

 

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 O vereador Marcius Machado decidiu pela saída do PPS e ingresso no PR mesmo correndo o risco de perder o mandato. É um político decidido e para atingir seus objetivos não se intimida diante dos obstáculos. Como ele tem mandato a legislação só admite a mudança de partido em dois casos: se for expulso do partido ou se for para ingressar em outro que esteja sendo criado. Foi o caso do vereador Filício.

 
A presidência
 

Na Câmara já está em discussão a quem caberá à presidência da casa no ano que vem. Pelo acordo, Marcius Machado era o próximo, mas como era uma negociação dos partidos aliados e ele não está mais no PPS, há quem aposte que Anilton Freitas fique por mais um ano. Afinal, ele precisa renunciar o cargo para que outro seja eleito.

 

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Anilton Freitas diz que o PPS é que deve dizer o que deve ser feito, pois pelo acordo seria a sua vez de presidir a Câmara. O presidente do PPS, Toni Duarte, garantiu  que comunicará hoje à direção da Câmara o desligamento de Marcius do PPS. Sendo assim entende que ele não tem nada mais a opinar nesse caso, pois ficou sem representação no legislativo.

Formarão dobradinha

 

O PPS tem apenas nove deputados federais, portanto não tem tempo de TV que é um quesito importante para a campanha. Isso foi determinante para a mudança de Fernando Coruja para o PMDB. Ele concorre a deputado estadual pelo PMDB e em troca o partido apoia Carmen Zanotto para deputada federal.

 

 

 

Troca de diretor

 

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Dentro do novo regime administrativo dos hospitais públicos estaduais deve haver mudança na direção do Hospital Tereza Ramos, pois o diretor será uma função de dedicação exclusiva. Como médico, Luiz Alberto Suzin não tem condições e nem interesse em abandonar seus pacientes, o cargo deve ficar com outra pessoa. A mais cotada para isso é a atual gerente de Saúde da SDR, Beatriz Montemezzo.

Julgamento de Cordioli

 

Fui em busca de informações a respeito do julgamento do juiz Fernando Cordioli Garcia – juiz de Otacílio Costa afastado do cargo – que estava previsto para o dia 18 de setembro.

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O julgamento realmente deu início nessa data, mas não foi conclusivo porque teve apenas dois votos e um dos desembargadores pediu vistas. Vamos ter ainda de aguardar o desenlace desse caso. Cordioli foi defendido pelo advogado Mario Figueiredo Ramos, que relatou todas as provas colhidas sobre as acusações.

O desembargador Ronei Danieli citou os elementos condenatórios absolvendo-o na metade das acusações e condenando-o em outros tantos, por entender que Fernando Cordioli se excedeu “na linguagem em face do ministério público, por escrito, embora cordial no trato”.

Condenou-o por descumprimento da Lei do Planejamento Familiar, no caso da recomendação das laqueaduras. Mas, inocentou-o da acusação de atividade político-partidária. Votou pela remoção do juiz para outra comarca de entrância inicial.

O voto seguinte foi do desembargador João Henrique Blasi, que afastou a acusação de corrupção e também sugeriu sua transferência: “uma segunda-chance, agora mais experiente e mais maduro”, disse Blasi.

O terceiro voto seria do desembargador Roberto Lucas Pacheco, que pediu vistas para poder analisar os autos, uma vez que retornava de uma licença. A que se destacar que o julgamento é longo uma vez que são 50 os desembargadores do Tribunal de Justiça de SC.

Segundo o que consta, o corregedor  teria afastado a possibilidade de aposentadoria compulsória ou demissão. Pelo que se viu até agora – embora pouco – há grande probabilidade de que o juiz seja transferido para outra comarca.

Enquanto o julgamento não se conclui, Fernando Cordioli Garcia continua afastado, numa situação que, em dezembro, vai completar um ano.

Os protetores do Executivo

 

O episódio envolvendo dois vereadores da base governista que garantiram a derrubada do veto do prefeito ao projeto da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentária, trouxe à tona uma questão que parece que alguns vereadores desconhecem (isso vale também para os vereadores da oposição).

Não entro no mérito do veto, pois concordo que os convênios com entidades devem mesmo passar pela Câmara, embora estejamos cansados de acompanhar os atos do governo Colombo onde repassa recursos do Fundo Social sem que seja necessário passar pela Assembleia (obviamente que depende do volume de recursos).

Quero destacar o compromisso daqueles que se elegeram sobre a mesma sigla do governante, usufruam dessa administração – David Moro tinha 23 indicações nas contratações da prefeitura, sendo que 10 deles já foram demitidos na quarta-feira – e vote contra a alteração de uma matéria enviada pelo executivo ao Legislativo.

A justificativa de Moro é de que fazendo isso estaria “protegendo o Executivo”. Será que o vereador já ouviu falar em fidelidade partidária? Muito já foi discutida e questionada, mas continua em vigor. Ao invocá-la, o partido pode inclusive requerer a expulsão de seus quadros.

 

É o que aconteceu com o deputado Sargento Pacheco que foi expulso do PDT porque não rezava na mesma cartilha do partido. Tanto que também tramita no PP local pedido de expulsão do vereador Felício que tem votado com a situação.

Porque é importante essa fidelidade partidária, especialmente se tratando do partido do governante? Serve para garantir a sua governabilidade. Porque quando se negocia apoio para votação de uma matéria, as conversações se travam entre os líderes de bancadas. E negociado, contam com os votos do partido sem que seja necessário consultar um a um dos deputados (isso em questões fechadas, obviamente).

O PMDB fez alianças para chegar ao governo municipal e depois, para poder governar, foi em busca de novas. Foi assim que conseguiu somar mais dois vereadores  (do PSC) à sua base de sustentação na Câmara. Portanto o comportamento de David Moro se deu por desconhecimento da legislação em vigência, embora ele seja um advogado.

Quando a Adilson Padeiro, até entendemos que ele sabe mesmo é fazer  pão. Foi induzido a acompanhar David no voto. Creio que até mesmo desconheça o que seja um “veto”. Tanto que continua repetindo os argumentos de David de que com o voto estaria “protegendo o Executivo”. 

Concurso de torcidas

 

 

 O 1º Torneio de Futebol-7 das Embaixadas Rubro-Negras (torcidas reconhecidas oficialmente pelo Flamengo) de Santa Catarina foi realizado pelo campeão mundial Lico, no último sábado (5), em Imbituba. Cinco equipes participaram: Fla-Lages, Fla-Braço do Norte, Fla-Indaial, Fla-Itapema e Fla-Imbituba.

 

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A primeira fase da competição foi disputada por pontos corridos. Fla-Imbituba e Fla-Lages fizeram as melhores campanhas e decidiram o título. Os anfitriões venceram nos pênaltis e receberam o troféu que leva o nome do ex-presidente da Fla-Lages, Renato Ramos. A Fla-Lages, por sua vez, trouxe para a Serra Catarinense o troféu Hercílio Schmidt (embaixador da Fla-Itapema). “Todas as equipes são rubro-negras, por isso alguém tinha que ficar em segundo”, disse o bem humorado Lico.

Carmen não foi

 

 

Estranhei a falta da deputada Carmen Zanotto no encontro do PMDB. Mas o presidente do PPS local, Toni Duarte estava lá.

 

Até brincaram com ele se não queria fazer uma troca: ele cedia o Coruja para o PMDB e o PMDB lhe daria o Calça Larga.

 

Segundo Coruja, não haverá debandada dos filiados do PPS para o PMDB, “continuaremos todos juntos pois a ideia e formarmos um grupo”.