Fundação Cultural comemorou
o Dia Internacional da Mulher
A Fundação chamou mulheres de todos os segmentos da sociedade para a comemoração do Dia Internacional da Mulher, hoje pela manhã. Na realidade o dia é amanhã, mas…..


Maria Valtair , Aurea Pereira e algumas das mulheres que lá estiveram…


Susana Duarte e Maurem, diretora das Ações Comunitárias, colocaram a conversa em dia

O juiz Silvio Orsatto acompanhou Eló (E) no evento. Foi dele a ideia do projeto Aló Eló. Ela esteve lá dando seu depoimento e falando sobre a prevenção do câncer

A delegada Luciana Rodermel… não estava dormindo não! Falha minha, cliquei justamente quando fechou os olhos

A primeira a esquerda é Barbara Tortelli que presenteou a todos com uma bela canção.

Superintendente da fundação Maurício Neves de Jesus falando a respeito da homenagem às mulheres

A primeira dama do estado, Maria Angélica Colombo prestigiou com sua presença

Prefeito Elizeu destacou a presença da mulher a frente de vários setores da economia

Marli, da Fundação Carlos Joffre e Stela que hoje está na Fun dação de Esportes


Eló conversando a respeito do projeto de conscientização e combate ao câncer

Está aí um espaço importante conquistado pela mulher na área da segurança. Várias mulheres estão atuando na PM de Lages.


Olha ai a ex-prefeita Terezinha Carneiro. Não há via circulando desde quando assumiu interinamente a prefeitura, na administração de Décio Ribeiro.

A deputada Carmen Zanotto também destacou a participação da mulher na política.
lembrou que embora a lei exija que as candidatas mulheres preencham 30% da lista de candidaturas, muitas só se candidatam para preencherem a cota.
Os números provam isso, embora tenhamos uma mulher no cargo máximo da nação: Dilma Roussef
Das 27 governadoras, apenas duas são mulheres (do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, e Roseane Sarney, do Maranhão)
Dos 513 deputados, apenas 47 são mulheres
e
No senado, das 81 cadeiras apenas sete são ocupadas por mulheres.
História que arrepia

Dona Neusa de Oliveira, contou como surgiu a Casa Colibri que abriga as pessoas quem vêm a Lages para o tratamento de câncer.
Há cerca de 12 anos ela perdeu a filha Mara, vítima de câncer
Durante a doença pode conviver com muitas pessoas com o mesmo problema e a dificuldade de muitas para fazer o tratamento, quando vinham para cá, não tendo dinheiro para a hospedagem.
Foi então que acalentou a dor da perda da filha na tentativa de fazer alguma coisa por essas pessoas. Reuniu as amigas e montaram a casa “sem nem sabermos como iríamos pagar o aluguel”, conta.
Feito isso, com a casa montada, foram até o hospital e comunicaram que poderiam encaminhar as pessoas para lá.
As primeiras que chegaram foi uma mulher acompanhada por sua Filha.
Dona Neusa recebeu a ambas e a primeira pergunta que fez a filha foi:
– Qual era seu nome?
– MARA, disse ela.