Festival gastronômico Sabores de Lages ganha novo formato

Na Reunião de Diretoria da CDL Lages desta semana, o coordenador da Câmara Setorial de Gastronomia – parceria da CDL e ACIL – Ruan Rangel, falou sobre o primeiro ano de atuação da câmara setorial e também apresentou o novo formato e objetivos do Festival Gastronômico Sabores de Lages 2018.

 

O Festival vem sendo realizado desde 2014 com o objetivo de propiciar a experiência e acesso a moradores de Lages e visitantes saborearam pratos exclusivos e diferenciados e em edições anteriores teve  o destaque para o preço unificado. “Este ano mudamos este conceito, os preços são diferentes, de acordo com o padrão de cada estabelecimento participante e focamos o nosso diferencial na valorização da cultura e identidade regional”, afirma Ruan.

 

O Festival Gastronômico conta com 35 estabelecimentos participantes e de 10 a 30 de agosto oferecerá pratos com elementos de identidade regional e eventos gastronômicos e culturais. “A Inclusão dos eventos é mais uma novidade implementada pela Câmara de Gastronomia, trazendo ainda mais diversidade e atrações para o Festival”, Ruan conclui.

 

A realização do Sabores de Lages é da Câmara de Gastronomia (ACIL e CDL) com o apoio do Sebrae, integra a programação do Serra Catarina Festival de Inverno. Toda a programação de eventos e cada um dos prato podem ser conferidos no site http://www.festivalsaboresdelages.com.br/  

 

Problema do Samu será o primeiro que Juarez terá de equacionar

O Samu passa por dificuldades porque está sem ambulância para atender aos chamados. Dispõe de duas viaturas mas ambas estão com problemas e sem o devido conserto, estão paradas Segundo o Gerente regional de Saúde, Aloísio Pirolli já foi aprovado projeto para a compra de uma unidade nova, mas ainda estão aguardando a sua vinda. Se o Samu não estivesse sob a administração do Corpo de Bombeiros teria fechado as portas. Isso porque os bombeiros acabam sempre dando um jeito de fazer o atendimento, mesmo em situação precária. Impressiona como estas viaturas se depreciam rapidamente de três unidades que funcionavam a pouco mais de um ano, hoje não tem nenhuma.

Na realidade falta manutenção porque quando vão para a oficina parece já estão às portas do fim de sua vida útil. A Secretaria Municipal de Saúde disse que cedeu uma ambulância para o Samu para ajudar, neste momento complicado.

Pilotti garantiu que a gerência estadual e a secretaria municipal estão trabalhando em conjunto para resolver os problemas, mas parece que os resultados obtidos são poucos, uma vez que a comunidade está reclamando do atendimento.

Lembro que no passado a vereadora Aidamar Hoffer, quando presidente da Câmara repassou quase R$ 2 milhões de economias do legislativo para o Executivo e parte destes recursos, R$ 307,8 mil, foram destinados à compra de duas ambulâncias para a prefeitura. Portanto, teria como fornecer, pelo menos uma delas para o Samu, pois, além disso, o prefeito Antônio Ceron, anunciou no ano passado a compra de mais duas unidades. Então teria quatro.

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Creio então que seria uma questão de equacionar o problema, uma vez que sabemos, o estado está quebrado. Pouco a atual administração terá condições de fazer, especialmente porque entramos agora em um período eleitoral em que as atenções estão muito mais voltadas ao pleito do que às soluções dos problemas. O calendário eleitoral não permite. Mas há que se cobrar do novo secretário Regional Juarez Mattos que assume hoje ADR. 

 

Amarildo pede “batedores” para as procissões fúnebres

O vereador Amarildo Farias está solicitando que o setor de trânsito faça estudos para melhorar o fluxo do trânsito por ocasião de procissão fúnebre.

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Diz ele: Considerando o Art. 205 da lei 9.503/97 (CTB) com a previsão de que “ultrapassar veículo em movimento que integre cortejo, desfile e formações militares, salvo com autorização da autoridade de trânsito ou de seus agentes” – caracteriza infração leve de trânsito; Considerando que o deslocamento de procissão fúnebre, em direção aos principais cemitérios da cidade, envolve deslocamento por importantes artérias da cidade, Considerando relatos de cidadãos, dando exemplo de que, o deslocamento das capelas mortuárias, na sua maioria, localizadas no Bairro Triângulo, até o cemitério da Penha, chega a demorar cerca de uma hora, em razão dos semáforos e do trânsito”, requer que se estude a viabilidade de “batedores” acompanhem as procissões fúnebres.

Limites de gasto na campanha de deputado

O TSE já estipulou os limites de gastos para a campanha deste ano. As doações não podem ultrapassar a 10% dos rendimentos brutos do doador e não é permitida a doação de empresas.

O candidato está limitado quanto às fontes de doações e o financiamento de campanha e consequentemente, aos recursos. As regras beneficiam aqueles que têm dinheiro. Aqueles que não têm, terão de trabalhar especialmente com o Fundo Partidário.

Um deputado federal pode gastar no máximo R$ 2,5 milhões na campanha e o deputado estadual não pode ultrapassar a R$ 1 milhão.  Obviamente que não se trata de pouco dinheiro.

Moacir prevê que haverá segundo turno nestas eleições

Análise de Moacir Pereira em sua coluna de hoje:

 

Definidas as candidaturas e alianças partidárias, os deputados e os líderes políticos passam a examinar os cenários, fazendo previsões sobre as eleições em Santa Catarina.

 

O primeiro consenso: a eleição está polarizada, indicando segundo turno entre Gelson Merisio (PSD), liderando aliança com 15 partidos, e Mauro Mariani (MDB), apoiado por nove siglas. Isto se nenhum dos dois for impulsionado por algum fator imprevisível ao longo da campanha. Segundo:  a transferência de votos, como resultado das alianças, deve ser muito mais tranquila e majoritária, de Esperidião Amin (PP) para Gelson Merisio (PSD) do que dos seguidores de Paulo Bauer (PSDB) para Mauro Mariani (MDB). No cenário que prevaleceu no Estado, os progressistas têm no MDB um adversário histórico. Na maioria dos municípios, as disputas tem se dado, historicamente, entre o PP e o MDB.

Agostini também desistiu de concorrer a deputado estadual

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  O ex-presidente do Deinfra, Wanderley Agostini, desistiu de concorrer a deputado estadual pelo PSD nas eleições de outubro. Ele está enviando uma mensagem aos amigos e eleitores oficializando o cancelamento da candidatura.

A carta tem o seguinte teor:

"Amigos, Há mais de 30 anos estou na vida pública, pois esta é a minha missão. Trabalhei como gestor, engenheiro e cidadão, sempre procurando fazer mais e melhor pela minha cidade e por Santa Catarina. Nesse momento, no entanto, depois de muita reflexão  com minha família e amigos, decidi não ser candidato a Deputado Estadual nesse pleito. Reafirmo o compromisso de continuar ajudando as pessoas, participando da vida comunitária e da vida pública, sempre com o objetivo de melhorar nossa sociedade e a qualidade de vida das pessoas. Reconheço  cada gesto, abraço, aperto de mão, as dificuldades e as alegrias que tivemos. Agradeço o apoio e a compreensão de cada um dos amigos, apoiadores, lideranças e de minha família, que foi o suporte nessa caminhada. Nesse momento só posso dizer muito obrigado e continuem  contando comigo. Um beijo carinhoso no coração e fiquem com Deus.

Wanderley Teodoro Agostini."

Coluna de Moacir Pereira

Horário de Propaganda durante a sessão da Câmara

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Na primeira sessão da Câmara após o recesso, o vereador Gerson dos Santos ensaiou um longo discurso de apoio ao ex-governador Raimundo Colombo, no sentido de cobrar o voto da comunidade.

O presidente Luiz Marin (PP) teve de lembra-lo que ainda não foi aberta a temporada da campanha. Ainda não pode pedir voto aos candidatos. Só será permitido a partir do dia 16. Mas fiquei imaginando como serão as sessões da câmara após esta data.

Será como estivéssemos assistindo o horário de propaganda eleitoral gratuito no Rádio e TV.

Muitos candidatos, mas poucas chances de vitória

Até agora muito se falou dos candidatos à majoritária na disputa eleitoral em SC. Mas em se tratando das eleições proporcionais há um batalhão de candidatos que ganha as ruas a partir do dia 16, data em que marca o início da campanha.

Só para deputado federal são 252 candidatos (para 16 vagas da bancada catarinense na Câmara dos Deputados) e para estadual outros 433 candidatos para 40 vagas na Assembleia Legislativa.

Parte dos partidos, entre eles o PT, não fará coligação na proporcional, mas há outras coligações como de Gelson Merísio que os candidatos sairão em bloco. O PSD, PP, PSC, PRB, SD, PCdoB, PPL, Podemos, PRP, PHS e PV terão 72 candidatos federal e 172 a estadual.

 

O MDB se coligará com o PR a federal (PR só indicará Nelson Goetten, de Rio do Sul) com 17 candidatos. A estadual só estará coligado com o PSDB com uma lista de 58 nomes (26 tucanos). Para deputado federal o PSDB fará coligação com o PPS, o DC e o PTB. Significa dizer que ai estará Carmen Zanotto (PPS) em busca de sua reeleição.

Obviamente que não iria se coligar na proporcional com o MDB, uma vez que este partido tem muitos candidatos que superam os 100 mil votos.

Na última eleição Mauro Mariani fez 195 mil votos enquanto Rogério Peninha fez 137 mil. É certo que ambos não estarão nesta disputa, mas estão ai Valdir Colatto, Celso Maldaner e Ronaldo Benedet que vão a reeleição. É bom lembrar que Edinho Bez que ficou como primeiro suplente, fez 102 mil votos e, mesmo assim não conseguiu garantir uma cadeira. Isso porque o MDB só fez cinco cadeiras na Câmara dos Deputados e outros tiveram uma votação maior.

Certamente que nesta coligação, Carmen Zanotto não teria chance, o que é diferente se coligando com os tucanos. O PSDB conseguiu duas cadeiras na eleição passada e a primeira delas foi ocupada por Marco Tebaldi que fez 135 mil votos e a segunda por Geovânia de Sá que fez apenas 52 mil votos, menos do que Carmen Zanotto, com 78 mil votos.  Portanto, Carmen tem chances nesta composição. Para o candidato do PT, Dan Ferreira, cujo partido sai com chapa pura, não há a mínima chance. Na última eleição o PT fez apenas duas cadeiras a federal e os eleitos – Pedro Uczai e Décio Lima –superaram os 110 mil sufrágios. Décio Lima não estará nesta disputa, mas há outros nomes fortes como Carlitos Merss e Cláudio Vignatti. Quanto a Juliano Polese (PP) há incerteza até mesmo se vai concorrer.

Mas se isso acontecer, de fato, as dificuldades são notórias. Para se ter uma ideia, na última eleição o partido garantiu apenas duas cadeiras e uma delas foi ocupada por Esperidião Amin que fez 229 mil votos e o segundo, Jorge Boeira, com 123 mil. Nenhum deles deve concorrer agora, mas há candidatos com maior potencial nesta coligação de doze partidos em que está inserido.