Eleição para presidente da Câmara poderá ter até três candidatos

Nos bastidores, os vereadores eleitos estão em intensa conversação para a montagem das chapas que devem concorrer à presidência da casa.

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A vereadora Aidamar Hoffer, tida como a mais cotada ao cargo, perdeu apoio quando do conflito ocorrido com o vice-prefeito eleito, Juliano Polese, mas continua se dizendo candidata.

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De outro lado, o vereador Gerson dos Santos vê crescer suas chances de chegar desta vez à presidência. Além do apoio da própria Aida, Gerson pretende conversar com todos os vereadores, incluindo aí até os da bancada do PMDB. Primeiramente acertando com o próprio PSD e o PSC de João Chagas. Sabe que é uma luta difícil, pois mesmo com compromisso selado ainda não se garante a votação, como lhe provou eleição anterior.

Pelo que ouvi dos vereadores, o prefeito eleito Antônio Ceron, não deve interferir no processo nem atende ligações para evitar envolvimento.

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De outro lado, obtive a confirma do presidente do PP, Sandro Anacleto de que o vereador Luiz Marin não sonha sozinho com o cargo de presidente. É um projeto do partido que pretende brigar até o final.

“O PP entende que possui todas as condições e, é claro, com o apoio dos partidos aliados, presidir a Câmara pelos próximos dois anos”, disse Sandro. Sustenta que o candidato do partido é Marin, “inclusive com a concordância do vereador Lucas Neves”.  Assim como Gerson, está conversando, primeiramente com os vereadores da base aliada. Muito provavelmente, se a bancada da situação não conseguir chegar ao consenso por uma só candidatura, haverá três.

 

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A oposição terá candidato, garantiu o atual presidente, Thiago Oliveira. Ele é um dos nomes colocados, e já ouvi de outros que ele contaria com votos da bancada da situação. Três candidatos seria o máximo que comportaria, uma vez que são 16 vereadores e cada chapa é formada por cinco nomes para compor a mesa.

 

As peças do xadrez mudam conforme o avanço do processo, sendo assim, Aidamar e João Chagas perderam posições. Há ainda outra coisa a considerar: a oposição e a situação terão, ambas, oito cadeiras.

Obviamente que a coligação vitoriosa entende que é sua vez de assumir a direção do executivo, mas de outro lado, não sei se é interessante para o prefeito Antônio Ceron contar com a presidência, que só votaria no caso de empate. Assim a oposição sempre estaria com um voto de vantagem. Neste caso, se veria obrigado a negociar apoio junto a bancada oposicionista.

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