Prefeito Elizeu Mattos respondeu alguns questionamentos:

 

 

Sobre as obras paradas

“Chamei todo mundo e disse: não dá mais. O tempo em que fiquei afastado, pude olhar de fora e ver que não é possível manter a situação: uma empresa participa da licitação, vence a licitação e não toca as obras e aí é o prefeito que é culpado e as coisas não acontecem”.

 

As contas da Semasa

“O parecer do Tribunal de Contas, confirmando que não houve nada irregular nas contas da Semasa gerou um conforto para mim e para todos nós da administração, porque respingou em todos, não apenas no Elizeu. Considero como um presente de final do ano depois de tudo por que passei. Fiquei muito feliz e tenho a dizer que nisso não houve nenhuma interferência política, mas puramente técnica. Isso que “a lupa” foi muito mais rigorosa do que nos outros anos”

 

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Sobre a atuação do vice-prefeito

“Foi o Toni que ficou a maior parte desse período de 2015 a frente da prefeitura. Não tenho nada a que reprovar na conduta de Toni. Ele é um menino bom e Elizeu e Toni é uma equipe, nos comandamos uma equipe.

 

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O relacionamento com o governador

“Esse ano eu tive pouca conversa com o governador: foram apenas duas vezes. Na questão do governo, os pedidos são bastante, o que falta é dinheiro. Não podemos dar o discurso de que a prefeitura não tem pedido nada, não é por falta de apresentar projeto, embora tenhamos de entender que há épocas em que não há recursos. Governo ajudou com o Fundam, com o financiamento com o Badesc, parte do asfaltamento da avenida da Torres, ajudou na Bernardo Kuster e outras obras incluindo algumas empresas em que trabalhamos juntos (Ekomposit, JBS). Há portanto ações em parceria. Só porque ele é oposição ao meu governo não viria aqui dizer que o governador deveria ter feito mais. O prefeito bom é aquele que pede.”

 

Perspectiva pessoal para 2016

“Quero ser um bom prefeito em 2016. Só tenho esse objetivo: continuar tocando as obras, concluindo a Antônio Ribeiro dos Santos; terminar a Duque, a do Gralha Azul (Orfeu), iniciar as novas creches (Nadir, Centenário e Santa Helena), e inaugurar a do Pró-morar. Mesmo em crise, continuar fazendo obras. O que eu quero é melhorar a vida dos Lageanos. Não penso em eleição pois se for pensar nisso não vou governar. Se antecipa muito a questão da eleição. Veja o caso do Brasil: não pararam ainda de discutir a eleição e o país está afundando.”

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