O Grão Mestre da loja maçônica Grande Oriente de SC (Gosc), J. Paulo Sventnickas, e o grão-mestre adjunto, Sérgio Martinho Nerbass recepcionaram a imprensa hoje (25), em um almoço, para falar a respeito do novo momento vivido pela instituição.

“A Maçonaria que nunca foi secreta, mas discreta, está se modernizando. E nesse processo está abrindo suas ações para a comunidade conhecer o trabalho realizado”, explica ele.
Isso compreende sobretudo as ações na área social com a manutenção de inúmeras instituições como de atendimento às vítimas das drogas, em Porto União; às crianças carentes, em Palhoça e outras atividades como cursos profissionalizantes, escola de inclusão social, etc…
Já no que tange ao seu braço político se destaca o trabalho que está sendo feito pela Rede Somar já instalada em Blumenau, Chapecó e Criciúma e em negociações para ser montada em Lages para, como nos demais locais, atuar com os Observatórios Sociais.

Maçons de Lages e de São Joaquim estiveram presentes.
Amanhã acontece em Lages uma assembleia geral dos coordenadores e chefes de grupos das 116 lojas do GOSC, onde é feita uma avaliação das ações e se traça as metas de trabalho.
Quatro das oito lojas maçônicas de Lages pertencem ao Grande Oriente de SC, sendo que no estado possui 4 mil membros. Somado com os maçons das demais lojas são 12 mil em SC.

Destacando que a Maçonaria está se modernizando, o Grão-Mestre observou que mantém, contudo o mesmo sistema de seleção de seus membros – por indicação e depois de uma investigação de que o sujeito preserva os princípios de honradez exigidos -, e constante acompanhamento dos irmãos para que se mantenha dentro desses princípios. Uma vez envolvido com qualquer ação ilícita é aberto um processo dentro dos ritos da loja, para averiguação. Conforme o caso pode receber desde uma advertência, até o afastamento temporário e, mesmo, o afastamento definitivo.
Garante Sventnickas que são vários os processos em andamento. E nisso ele é perito, pois é juiz aposentado.