Projeto prevê reajuste de 22% nos vencimentos dos funcionários da Câmara

 

Temos de ficar atentos e até impedir que num piscar de olho ou naquelas votações relâmpagos do tipo “quem concorda permaneça como está”, acabe aprovada a reforma administrativa da Câmara de Vereadores, onde está embutido um reajuste de 22% aos servidores efetivos da casa.

Fontes do legislativo garantem que em no máximo 30 dias o projeto deverá ser submetido à votação. A maioria das mudanças está prevista para se efetivar apenas em 2017. Mas, a concessão do reajuste seria imediata.

Há uma pressão interna para que se aprove a concessão dos 22%, por conta de um reajuste não concedido ainda na legislatura passada.

Há emenda para a retirada do reajuste

Alguns vereadores não concordam e foi apresentada emenda assinada por Anilton Freitas, Thiago Oliveira, Rodrigo Silva e Felício pedindo a retirada desse item do pacote de reforma, mas há indicativo de que, mesmo assim, deverá passar porque a pressão é grande.

Observa-se que no pacote que tramita, a direção da casa está unificando os estatutos, preservando todos os benefícios de ambos, instituindo outros, como por exemplo, a licença-prêmio a cada cinco anos.

Já tem gratificação incorporada a

cada três anos

Isso sem contar que já incorporam 2% de gratificação a cada três anos de trabalho. Comenta-se que há alguns que, quando se aposentar, vão receber uma bolada mensal de fazer inveja à qualquer marajá.

A preocupação que tenho é de que: os que desejam as mudanças ajam quietinhos para que sejam aprovadas de forma silenciosa e longe dos holofotes. Os que desaprovam, também ficam quietos para não dedurar os companheiros.

 

Emenda tem apenas três assinaturas, lembra Marcius:

A dele, de Anilton Freitas e outra que não dá para identificar

 

Oficio1.jpg

Oficio2.jpg

Oficio3.jpgNota-se que o parecer jurídico é contra a emenda. Mas aí é colocar a raposa cuidando dos ovos.

Obviamente que o consultor jurídico da Câmara é parte interessada no assunto.

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