
“O nosso presidente, o deputado Roberto Freire afirmou que a nova legenda, que ainda não tem nome, não será aliada do governo, mas uma nova alternativa da política nacional, contemporânea do novo e antenada com as demandas da sociedade. Os procedimentos da fusão devem acontecer até julho. No cenário nacional o PPS e o PSB tem muito em comum, estivemos juntos em muitas lutas. O PPS-PSB têm o desafio de derrubar o veto da presidente Dilma à janela resultante de uma fusão, da qual vier a nascer um novo partido. A emenda prevendo essa definição é de autoria da bancada do PPS.
O objetivo é criar uma nova força política que ofereça ao país uma alternativa que fuja desta bipolarização entre PSDB e PT,. Com a fusão resultará numa legenda com 45 deputados Federais, 8 Senadores, 3 Governadores, 92 Deputados Estaduais 588 Prefeitos ( 3 de Capitais) 5.832 Vereadores e 792 mil filiados, será a terceira força do pais.
Estamos aguardando uma orientação nacional para darmos os próximos passos. Nosso compromisso é com o Brasil, que está numa situação grave. E no meu caso, também com Santa Catarina e com a Serra Catarinense.
No entanto, ainda é cedo para discutir repercussões e desdobramentos na esfera regional, no âmbito dos Estados e municípios, enquanto as regras não forem definidas pelas instâncias nacionais das legendas.
Sobre a mudança de partido, são apenas especulações, esse assunto não está em pauta”.