A deputada Carmen Zanotto foi escolhida pela bancada do PPS para representar o partido na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), criada para investigar a situação dos presídios brasileiros.
A comissão será instalada nesta quinta-feira (26), às 10 horas, no Plenário 11. Durante a reunião de instalação, serão eleitos o presidente e os vice-presidentes da CPI, que terá missão de fazer o diagnóstico, apresentar soluções e alertar a sociedade para a grave situação dos presídios brasileiros.
“O objetivo desta CPI é investigar, mas também apontar as responsabilidades do Estado para o abandono em que vivem milhares de brasileiros encarcerados sob condições subumanas. Não há recuperação em uma situação tão degradante como esta”, afirmou Carmen.

Trabalho meritório
A Comissão de Seguridade Social e Família, da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, pedido solicitado pela deputada Carmen Zanotto para a realização do IV Seminário dos Renais Crônicos e Transplantados.
Um feito importante para a deputada e que lhe dará visibilidade nacional. Na luta pelas causas da saúde – são muitos os projetos pelos quais ela defende -, Carmen tem encontrado o respaldo de seus pares do Congresso.
A vice-lideramça ajuda na projeção
Também a condição de vice-líder do PPS (o partido tem 11 cadeiras na Câmara dos Deputados) tem facilitado esse trabalho.
Como enfermeira e ex-secretária da Saúde, ela tem vasto conhecimento dos problemas que afligem à população e procura dar sua contribuição no que depender da ação política para mudar a qualidade da saúde.
Só nessa questão das doenças renais ela trabalha com a informação do Ministério da Saúde estimando que, no país, cerca de cem mil pessoas realizam diálise e aproximadamente seis mil pacientes são submetidos a transplante renal anualmente.
Poderíamos enumerar pelo menos uma dezena de projetos que ganham a atenção da deputada visando melhor às condições de atendimento, dentre eles o projeto de lei que reconhece os renais crônicos como pessoas portadoras de deficiência, a detecção precoce, além de reduzir os custos do tratamento, contribuindo para a diminuição dos índices de mortalidade e invalidez decorrentes da doença.
Maioria dos políticos foca ações com resposta eleitoral mais imediata
Desta forma, Carmen tenta fazer a diferença, trabalhando assuntos que interessam a um grande número de pessoas e que, os demais políticos, preocupados apenas com a repercussão nas urnas, acabam não atuando com determinação, como ela faz em temas como esse que, embora atinjam um número significativo de brasileiros, podem ter repercussão menor em termos regionais ou em seu reduto eleitoral.
Os políticos normalmente optam por canalizar seus esforços em ações que venham ao encontro dos anseios regionais mais imediatos com foco no rendimento direto de votos.