Defender a não realização da Festa do Pinhão é desconhecer o que o evento representa para a economia de Lages e para o lageano.
O que precisamos defender é o corte de tudo o que não é necessário e a prefeitura ter a menor participação possível.
Ainda ficou muita coisa a cargo da prefeitura
Hoje, mesmo passando o direito de exploração para uma empresa privada, a prefeitura responde ainda pela:
escolha e manutenção da rainha e princesa – o gasto é imenso com o concurso em só, depois a preparação dos trajes (estilista não cobram pouco) e com manicure e cabeleireiro. Dizem até que tinha outras pessoas que se maquiava e fazia o cabelo por conta da prefeitura.
aluguel do parque – Alega-se que o valor pago ao Sindicato Rural é descontado dos impostos, mas mesmo assim é dinheiro que deixa de entrar nos cofres da prefeitura. Não sei dizer que não está também aí incluso o gasto com iluminação e consumo de água.
da limpeza do mesmo – Anualmente a Secretaria do Meio Ambiente contrata pessoas e coloca seu pessoal para trabalhar nos 10 dias da festa. Coloque aí o custo dos vencimentos, dos uniformes, da alimentação…. No ano passado contratou 170 pessoas, para fazer trabalho de forma escalonada.
da segurança do parque – No ano passado a Gaby contratou também segurança particular, mas a prefeitura paga para a PM e Polícia Civil atuarem dentro do parque.
da estrutura de atendimento a saúde – A Secretaria da Saúde, monta uma estrutura, com equipamentos, medicamentos e profissionais disponíveis ao atendimento dos que vão para a festa. Na maioria, atendimento aos alcoolizados.
da Sapecada da Canção Nativa – são duas edições e a preparação e realização envolvem uma grande equipe e custos. Desde o convite aos artistas para a triagem, cuja despesa fica por conta da prefeitura, até a estrutura e lojistica até a premiação, gravação de CDs, etc….
do Recanto do Pinhão – Ai inclui a contratação dos inúmeros shows, montagem e manutenção da estrutura
E aí se pergunta porque a festa sai tão cara. Some tudo isso!