Na discussão promovida na Acil sobre a venda do terreno da antiga rodoviária, houve quase unanimidade, na necessidade de se pensar na instalação de um Centro Administrativo. Inicialmente tendo por local esse terreno em questão, como defendem os vereadores e mesmo alguns empresários ligados ao Fórum das Entidades.
Hoje a prefeitura gasta R$ 280 mil apenas com o aluguel de imóveis.
Só pelo espaço onde está a Secretaria da Infraestrutura, na Av. Pres. Vargas, paga R$ 15 mil.
O próprio prefeito interino, Toni Duarte, reconhece essa necessidade, tanto que está formando uma comissão para discutir o assunto e fazer um planejamento para o futuro. Na visão dele, a escolha do local não recairia no terreno da antiga rodoviária, porque futuramente não comportaria a estrutura necessária para abrigar toda a administração, além de que a tendência das cidades é deslocar o centro administrativo da área central.
Toni pretende retomar a antiga ideia (que iniciou ainda na época de Dirceu Carneiro) da negociação com a Embrapa do terreno onde já foi cedida uma parte para a construção do Ifsc e Órion Parque, no Morro do Posto.
Foi uma das questões que tratou em sua última viagem a Brasília. Contudo destaca que é um projeto para o futuro que precisa começar a ser discutido agora. Porque hoje não haveria recursos. O secretário da Administração, Pedro Marcos Ortiz lembrou que o prédio da antiga regional de Saúde, na Praça João Ribeiro, foi repassado pelo estado ao município, mas ainda não conseguiram dinheiro para fazer a reforma e ocupar o espaço.
O assunto, diz ele, está na lista das preocupações da administração. Como exemplo cita a o caso das secretarias afins, como da Agricultura, do Meio Ambiente e infraestrutura, que deveria tem maior proximidade.
Também dentro dessa adequação é que se prevê a transferência da Secretaria de Segurança para o segundo pavimento do terminal rodoviário.