Os vereadores David Moro, Thiago Oliveira (do PDMB) e Adilson Padeiro (PTB) informam que não estiveram presentes à reunião com o presidente do PSD, Antônio Ceron, na véspera da eleição da Câmara, retificando informações repassadas à coluna.
Mas, não há contestação quanto a realização da reunião e David até arrisca a dizer que João Chagas e Vone Scheuermann acompanharam Gerson no dito encontro com o PSD.
David, que era um dos candidatos a candidatos à presidência, observa que se teve alguém leal ao partido e que tenha seguido a orientação repassada pelo presidente da sigla, Benjamin Schultz, foi ele. A proposta era buscar o apoio dos vereadores dos partidos aliados ( PT, PSC e PROS).
Para isso, “abri mão de minha candidatura em nome da unidade do PMDB e para garantir a governabilidade de Toni Duarte”, disse David.
E, declinou na expectativa de um segundo momento: a presidência da casa no último ano legislativo. Ele chama a atenção para o fato de que o vereador Gerson, por nenhum momento procurou a base aliada em busca de apoio. “Articulou do lado errado”, disse David.
Afirma que ele nunca foi procurado pela oposição, mas não foi o que aconteceu com Gerson, o Chagas, o Vone e o Thiago. Até 5 minutos antes da eleição era prevista a inclusão de dois vereadores do PMDB na mesa: ele de vice-presidente e Thiago de Secretário. Mas, a eleição virou na última hora, quando foi aberto espaço para que o PSC ocupasse dois cargos na chapa encabeçada por Adilson Appolinário.
Garante que Thiago “estava quase roendo a corda no último momento”. Só não fez isso porque foi o último a votar e nessa tantas estava consolidada a eleição de Appolinário.