Na reunião ampliada do Fórum Parlamentar Catarinense, realizada ontem em Lages, teve o objetivo de garantir a inclusão de recursos no orçamento da União, a partir de emendas da bancada catarinense para as obras de duplicação da BR 116, no trecho de 311 sob a concessão da Autopista Planalto Sul.
Feito isso, os representantes em Brasília irão trabalhar pela inclusão da obra no PAC 3 que o governo Dilma pretende viabilizar no segundo mandato.
Essa reunião foi idealizada pela deputada eleita, Carmen Zanotto e teve o apoio do coordenador do fórum, deputado Esperidião Amin . Aqui também estiveram o presidente da Arteris, Davi Dias e a superintendente da ANTT, Viviane Esse.

Momento de constrangimento….
O espanhol Davi Dias, presidente da Arteris esteve na reunião hoje. Amin fez referência a ausência do governador Colombo. Disse que trocaram os lugares: Colombo deveria estar aqui e Davi na Espanha. Nene, cunhado de Raimundo Colombo, deixou o recinto. Antes de ir mandou Amin calar a boca em alto e bom som.
Ideia é buscar dinheiro das emendas para a obra
A proposta é de que a concessionaria do trecho conte com aporte de recursos federais, uma vez que seria muito difícil que o fizesse com recursos próprios, o que também encareceria tanto as tarifas de pedágio que, como sita Esperidião, teríamos uma bela rodovia, mas sem tráfego algum, tendo em vista que outras rodovias como a BR 282, até Chapecó, e a BR 153 também estão pleiteando a duplicação.
BR 116 tem de continuar sendo a principal ligação norte-sul
Como lembrou Amin, somente com a duplicação, a BR 116 voltará a ser a rodovia de ligação norte-sul. Interessada na viabilização desses recursos, a Arteris, Grupo que detém nove concessões de rodovias, incluindo os dois trechos de SC (BR 101 e BR 116), através de seu presidente Davi Dias, gastou grande parte da reunião desnecessariamente, para justificar a importância da duplicação, o que não era necessário, em vista de que isso já é patente, e a proposta é a viabilização da obra.
A provocação pela duplicação surgiu das manifestações de Lages e foi encampada pela ANTT que pediu a exigir a formação de um Grupo Paritário de Trabalho envolvendo as associações dos municípios lindeiros, a concessionária e governo, para a discussão.
A ANTT, segundo a superintendente Viviane Esse, já solicitou a concessionária o estudo de viabilidade, elencando todas as obras necessárias para a fluidez e segurança da rodovia que deverá ser apresentado em seis meses.