FÓRUM DAS ENTIDADES DISCUTE OBRAS DO AEROPORTO DE CORREIA PINTO

 

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Uma das preocupações do Fórum das Entidades é o andamento das obras do Aeroporto Regional de Correia Pinto e para sanar algumas dúvidas convidaram José Carlos Muller Filho, diretor de transportes da Secretaria de Estado da Infraestrutura, para participar de uma reunião realizada na última terça feira, na Acil.

 

Um dos pontos levantados é a morosidade das obras e a paralisação das obras de acesso ao aeroporto.

Muller explicou que o processo de construção de um aeroporto é demorado, pois existe muita burocracia por parte dos órgãos envolvidos nas liberações das licitações. Quanto às obras de acesso, confirmou que foram paralisadas por falta de pagamento, pois apesar de haver dinheiro em caixa, o DNIT em Brasília, ainda não autorizou o repasse da verba.

 

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Muitas obras tocadas ao mesmo tempo

 

 Muller fez um pedido aos presentes para que cobrem das empresas IQS Engenharia e PJJ Malucelli, vencedoras da licitação do Programa de Investimento em Logística, agilidade na realização do projeto para o Aeroporto de Correia Pinto, pois como são responsáveis pelos projetos de 60 aeroportos, se não forem pressionadas pode-se levar muito tempo para ter esse projeto em mãos, o que irá atrasar mais ainda o término deste aeroporto.

Fotos e informações: Sheila Rosa

 

 

Por falar em aeroporto, o de Lages vai passar por mais uma reforma…… Haja reforma!

 

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Foi assinada ontem a ordem de serviço para reforma do aeroporto federal Antônio Correia Pinto de Macedo, a ser executada pela empresa B e P Construtora e Incorporadora. O valor do investimento é de R$ 125 mil.

As adequações serão necessárias para garantir a operação de voos comerciais. No ano passado diretores da empresa aérea Azul fizeram vistoria e sinalizaram grande interesse em operar em Lages.

 

Que reforma será essa?

 

Para receber aeronaves de porte maior o aeroporto precisa passar por readequações, garantidas com a entrega da ordem de serviço:

construção de uma sala de desembarque; readequação do local de embarque;

implantação de um canal de inspeção, essencial para a segurança, que contará com sistema raio X e detector de metais. “A sala de embarque precisa ser ampliada para comportar pelo menos os 70 passageiros que estão previstos para a aeronave modelo ATR-72 da Azul. Hoje temos somente 30 assentos”, comenta o diretor de Terminais da Secretaria de Meio Ambiente, Antônio Alexandre Pucci Polese.

Também será destinado um local para a retirada de bagagens

Construída uma área coberta para a Sessão de Combate a Incêndio (SCI) do Corpo de Bombeiros. Esta é uma exigência para operação de aeronaves com mais de 30 passageiros. “Uma brigada de incêndio estará a postos durante todo o horário de funcionamento”, informa o gestor de Segurança Operacional, George Picinato.

Foto: Nilton Wolff

 

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